Literatura científica selecionada sobre o tema "Reforma da Saúde"
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Artigos de revistas sobre o assunto "Reforma da Saúde"
Björkman, James Warner. "Política social, governança e capacidade: reformas e restrições do setor público". Revista do Serviço Público 56, n.º 3 (20 de fevereiro de 2014): 277–94. http://dx.doi.org/10.21874/rsp.v56i3.230.
Texto completo da fonteElias, Paulo Eduardo. "Reforma ou contra-reforma na proteção social à saúde". Lua Nova: Revista de Cultura e Política, n.º 40-41 (agosto de 1997): 193–215. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-64451997000200009.
Texto completo da fonteVentura, Deisy, e Fernanda Aguilar Perez. "Crise e reforma da organização mundial da saúde". Lua Nova: Revista de Cultura e Política, n.º 92 (agosto de 2014): 45–77. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-64452014000200003.
Texto completo da fonteSantos, Lucio Souza dos. "Gerencialismo e saúde". Crítica Revolucionária 4 (25 de novembro de 2024): e010. http://dx.doi.org/10.14295/2764-4979-rc_cr.2024.v4.25.
Texto completo da fonteFigueira dos Anjos Oliveira, Edineia. "A Saúde Mental no Planejamento da Política de Saúde Brasileira". SER Social 23, n.º 49 (30 de julho de 2021): 473–95. http://dx.doi.org/10.26512/sersocial.v23i49.31929.
Texto completo da fonteSantos, Adriano Maia dos, Ligia Giovanella, Henrique Botelho e Jaime Correia de Sousa. "Desafios Organizacionais para Fortalecimento da Atenção Primária à Saúde em Portugal". Revista Brasileira de Educação Médica 39, n.º 3 (setembro de 2015): 359–69. http://dx.doi.org/10.1590/1981-52712015v39n3e01542014.
Texto completo da fonteBarros, Sônia, e Mariana Salles. "Gestão da atenção à saúde mental no Sistema Único de Saúde". Revista da Escola de Enfermagem da USP 45, spe2 (dezembro de 2011): 1780–85. http://dx.doi.org/10.1590/s0080-62342011000800025.
Texto completo da fonteLacaz, Francisco Antonio de Castro, Ademar Arthur Chioro dos Reis, Edvânia Ângela de Souza Lourenço, Patrícia Martins Goulart e Carla Andrea Trapé. "Movimento da Reforma Sanitária e Movimento Sindical da Saúde do Trabalhador: um desencontro indesejado". Saúde em Debate 43, spe8 (2019): 120–32. http://dx.doi.org/10.1590/0103-11042019s809.
Texto completo da fonteMendonça, Maria Helena Magalhães de. "Profissionalização e regulação da atividade do agente comunitário de saúde no contexto da reforma sanitária". Trabalho, Educação e Saúde 2, n.º 2 (setembro de 2004): 353–66. http://dx.doi.org/10.1590/s1981-77462004000200009.
Texto completo da fonteMelo, Marcus André, Nilson do Rosário Costa e Pedro Luís Barros Silva. "Inovações organizacionais em política social: o caso da Grã-Bretanha". Revista do Serviço Público 50, n.º 3 (24 de fevereiro de 2014): 5–31. http://dx.doi.org/10.21874/rsp.v50i3.349.
Texto completo da fonteTeses / dissertações sobre o assunto "Reforma da Saúde"
Campos, Gastão Wagner de Sousa 1952. "Reforma da reforma : repensando a saúde". [s.n.], 1991. http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/313817.
Texto completo da fonteTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas
Made available in DSpace on 2018-07-14T01:54:34Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Campos_GastaoWagnerdeSousa_D.pdf: 5898828 bytes, checksum: 8ff4db8ddb6e2dfcd845f18be8c3ba3f (MD5) Previous issue date: 1991
Resumo: REFORMA DA REFORMA em seu primeiro capítulo discute o Sistema único de Saúde Brasileiro (SUS). Estabelece comparações com os dilemas de funcionamento do Estado em outros países. analisa os impasses do Planejamento e da Gestão dos serviços públicos. comentando algumas teorias referentes a estes temas. No Capitulo II é estudada a forma neoliberal de produzir e orqanizar a atenção à saúde com ênfase na investigação dos processos de trabalho do exercício do poder nas instituições e nas relações entre hospital e clientela. Discute-se também os projetes e a praxis política e profissional dos atores componentes do bloco neoliberal. O terceiro Capitulo descreve o processo de descentralização instituído no Brasil a partir de 1987 e as suas conseqüências sobre o modelo assistencial então vigente na área publica de saúde. No último Capitule são apresentadas propostas de reformulação da forma de organizar a atenção à saúde na área pública bem como dos métodos de planejamento, de gestão e da prática dos profissionais de saúde
Abstract: REFORM OF THE REFORM discusses in the first chapter the process of settling of the Brazilian Unified Health System (SUS). Comparisons with the PubIic Health Syst:ems already operating in other countries are made, besides, the difficulties of health services are analyzeel, while commenting the existing theoretical propositions on the subject. The neoliberal way of organizing and producing the health care actions is studied in chapter two with investigative emphasis on the work process, the institutional power and the relationships between consumers and hospitals. The political praxis and health care projects of the social groups who act for the neoliberal policies are also discussed. Chapter three describes the administrative decentralization occurring in Brazil since 1987, as well as its consequences on the Public HeaIth Care Models in the Country. At teh and, propositions to reform the organizational patterns of brazilian health care services, their plannig and managerial methods, and professional daily actions, are presented
Doutorado
Saude Coletiva
Doutor em Saude Coletiva
Moreno, Mónica Cecilia Moreno. ""A saúde como direito no contexto da Reforma da Saúde na Colômbia, 1999-2007"". reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS, 2008. http://hdl.handle.net/10183/16232.
Texto completo da fonteThis disertation seeks to make a contribution to the constructions that are being made from within the field of political science about health as right in Colombia. It was done a critical review of the work relating the right to health in the country from the last decade. The methodology is based on the qualitative approach, using the content and discourse analysis. In order to define the reading unit, semi-structured interviews with key informants were carried out. For the formal analysis of the production instruments with descriptors such as objectives, themes, actors, approaches and results were applied. About the finds, the presence of analysis of the hospital crisis, the labor problem and its relationship with health, access barriers to care and concerns about information and public health are notable. Private health institutions, society and the State are recognized as primary actors. The balance shows two perspectives to configure the health public policy: the first one sees in the free market the best option to offer health attention and the second one, believes that the State is the one that must guarantee the right to health. to advance on the evaluation of the impact of health would allow to track the health system's organization and and design a public policies alternatives so that the health as right becomes true.
Kinoshita, Roberto Tykanori. "O outro da reforma : contribuições da teoria da autopoise para a problematica da cronicidade no contexto das reformas psiquiatricas". [s.n.], 2001. http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/309419.
Texto completo da fonteTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas
Made available in DSpace on 2018-07-27T16:56:11Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Kinoshita_RobertoTykanori_D.pdf: 53203108 bytes, checksum: dc749e9d9ac8fb07df79bd26a6ca6e05 (MD5) Previous issue date: 2001
Resumo: A presença do problema da cronicidade é verificada nos diversos contextos das refonnas da assistência psiquiátrica e em particular na história americana. Uma revisão das publicações a respeito das questões da cronicidade mostrou-nos que, apesar de ser amplamente utilizado, esse é um tema que traz muitas divergências e que o conceito de doente crônico propriamente é um conceito equivoco. Retomando o pensamento crítico de Franco Basaglia e o conceito de institucionalização como esquema explicativo da cronificação institucional, identificamos o chamado "enigma do corpo" como problemática central. A ambigüidade do corpo de ser, simultaneamente, sujeito e objeto para o ser humano mostra-se como questão histórica. Argumento que uma aproximação com a Teoria da Autopoiese, proposta por Maturana e VareIa, nos possibilitaria investigar a cronicidade como fenômeno que observamos no domínio da ontogenia dos seres vivos, e suas correlações com a dinâmica fisiológica.Argumento que as novas concepções de linguagem, de cognição e de seres vivos, alternativas à tradição ocidental científica e filosófica, possibilitariamuma explicação para a cronicidade, de modo a orientar as ações na esfera das inter-relações individuais (profissional/paciente), bem como a servir de referência para o planejamentode ações e serviços em saúde mental
Abstract: The presence of the problem of the chronicity is verified in the severa! contexts of the reforms of the psychiatric attendance and in particular way in the American history. A revision of the publications regarding the subjects of the chronicity showed us that, in spite of being used thoroughly, that is a theme that brings a lot of divergences and that the concept of chronic patient is a concept that mistakes. Retaking Franco Basaglia's critical thought and the institutionalization concept as explanatory outline of the institutional chronification we identified it called "enigma of the bodyhood" as a central probIem. The arnbiguity of the body of being, simultaneousIy, subject and object for tOOhuman being is shown as historical subject. largue that an approach with the Theory of Autopoiese, proposed by Maturana and VareIa, would facilitate us to investigate the chronicity as phenomenon that we observe in the domain of the ontogeny of the living beings, and its correlations with the physioIogic dynamics. largue that the new conceptions of cognition an d Ianguage and of living beings, alternatives to the scientific and philosophical westem tradition, would facilitate an explanation for the chronicity, in way to guide the actions in the sphere of the individual interreIations (professionals / patients), as well as to serve as reference for the planningof actions and services in mental health policies
Doutorado
Doutor em Saude Coletiva
Moreira, Márcia Chaves. "Determinação social da saúde: fundamento teórico-conceitual da reforma sanitária brasileira". Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2013. http://hdl.handle.net/10923/5569.
Texto completo da fonteThe study examines the theoretical and conceptual approach of the social determination of the health-disease process and the focus of the social determinants of health, looking beyond the elucidation of them, enjoying them in the light of their contributions and implications for strengthening the Brazilian Health Reform Project. The concept of social determinants of health was one of the main pillars of critical thinking which founded the collective health and scientifically substantiated the Brazilian Health Reform Project. However, it suffered from theoretical investments in the structuring years of the United Health System (SUS). The issue returned to the agenda of discussions with the constitutions of the Social Determinants of Health from the World Health Organization (OMS) and the subsequent publication of this report. Despite the similarities, the two constructs can be distinguished. Understanding that the option for various approaches implies in the clarity of its fundamentals, reference horizons, underlying ideologies, scope and purposes, it is necessary to clarify the benchmarks adopted, since the parameters are supported on philosophical, theoretical and ethical-political. Far from being a purely conceptual debate, the claim rests on the search for the essence of the approaches, as well as its transformative potential in face of colossal challenges of a reality that defies and enforces the critical reading skills to develop responses that have as a goal the radicalization of democracy, one of the flags of the Brazilian Health Reform. Therefore, we sought to answer the following questions: how the theoretical approaches on social determinants of health understand the phenomenon health - disease and the relationship between health/society? In which historical context develop the distinct constructs about social determinants of health? What corporate projects are underlying to the approaches about the social determinants of health? Under what theoretical, methodological, ethical and political fundamentals the constructions are based on the social determinants of health? How to present a political viewpoint and methodological proposals for health work-based conception of social determinants of health? This is a theoretical investigation, aimed at studying theories and uncovers theoretical frameworks. Thus, consisted of a literature review, an exploratory and descriptive, with qualitative approach in order to seek and to understand the explanations, the concepts, the theoretical and methodological frameworks and the ethical-political reference, besides the operational propositions underlying the theoretical perspectives studied. Resorted to the technique of content analysis to the data treatment. Composed the study theoretical treatises written by thinkers recognized in the field of community health by their notorious contribution on the subject and specific institutional publications on the topic.
O estudo analisa a abordagem teórico-conceitual da determinação social do processo saúde-doença e o enfoque dos determinantes sociais da saúde, buscando, para além da elucidação dos mesmos, apreciá-los à luz de suas contribuições e implicações para o fortalecimento do Projeto da Reforma Sanitária Brasileira. O conceito de determinação social da saúde foi um dos principais pilares do pensamento crítico que fundou a saúde coletiva e fundamentou cientificamente o Projeto da Reforma Sanitária Brasileira. Entretanto, padeceu de investimentos teóricos nos anos de estruturação do Sistema Único de Saúde (SUS). O tema retornou à pauta de discussões com a constituição da Comissão para os Determinantes Sociais da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a subsequente publicação de seu relatório. Não obstante as semelhanças, as construções distinguem-se. Entendendo que a opção pelas mais variadas abordagens implica na clareza de seus fundamentos, horizontes de referência, ideologias subjacentes, alcance e propósitos, faz-se necessário o esclarecimento dos referenciais adotados, visto que se sustentam em parâmetros filosóficos, teóricos e ético-políticos. Longe de ser um debate puramente conceitual, a pretensão repousa na busca pela essência das abordagens, bem como seu potencial transformador frente aos colossais desafios de uma realidade que desafia e impõe capacidade de leitura crítica para elaboração de respostas que tenham como horizonte a radicalização da democracia, uma das bandeiras da Reforma Sanitária Brasileira. Para tanto, procurou-se responder as seguintes questões: como as abordagens teóricas sobre determinação social da saúde entendem o fenômeno saúde-doença e a relação saúde/sociedade? Em que contexto histórico se desenvolveram as distintas construções sobre determinação social da saúde? Que projetos societários são subjacentes às abordagens sobre determinação social da saúde? Sob quais fundamentos teóricos, metodológicos, éticos e políticos estão embasadas as construções teóricas sobre determinação social da saúde? Como se apresentam do ponto de vista político e metodológico as propostas de trabalho em saúde baseadas na concepção da determinação social da saúde? Trata-se de uma investigação teórica, ou seja, voltada a estudar teorias e desvendar quadros teóricos de referência. Assim, consistiu em uma pesquisa bibliográfica, de natureza exploratória e descritiva, com abordagem qualitativa, tendo em vista que se buscou a compreensão de explicações, concepções, quadros teórico- metodológicos e ético-políticos de referência, além das proposições operacionais subjacentes às perspectivas teóricas estudadas. Recorreu-se à técnica de análise de conteúdo para o tratamento dos dados. Compuseram o estudo produções teóricas de autoria de pensadores reconhecidos no campo da saúde coletiva por sua notória contribuição sobre o assunto e publicações institucionais específicas sobre o tema.
Yasui, Silvio. "Rupturas e encontros: desafios da reforma psiquiátrica brasileira". reponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ, 2006. https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/4426.
Texto completo da fonteO presente estudo aborda a Reforma Psiquiátrica brasileira tendo como eixo de análise quatro dimensões postuladas por Paulo Amarante que a caracteriza como um Processo Social Complexo. Na dimensão jurídico-política, que aqui renomeamos como política, através de uma análise do percurso histórico da Reforma Psiquiátrica, propõe-se destacar as tensões e conflitos decorrentes das ações dos diferentes atores sociais que provocam e interrogam a relação entre Estado e Sociedade. Na dimensão epistemológica, busca-se eselecer uma relação entre a transição paradigmática das ciências, tal como proposto por diversos autores críticos da racionalidade cientifica moderna, e a ruptura epistemológica em relação à psiquiatria tradicional, presente nos princípios da Reforma Psiquiátrica. Ao propor a construção de um novo olhar sobre a loucura, sobre o sofrimento psíquico, a Reforma Psiquiátrica aponta para a construção de novos saberes e de novas práticas sociais, em um processo semelhante à produção de conhecimento a partir de novos paradigmas sobre a verdade científica. Na dimensão técnico-assistencial propõe-se realizar uma análise dos principais conceitos que norteiam a produção de cuidados dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), aqui entendido não apenas como um serviço, mas como uma estratégia que produz uma ruptura com o modelo assistencial hegemônico. Na dimensão sócio-cultural, busca-se apresentar as possibilidades de se obter uma transformação no processo de formação de profissionais, principais agentes responsáveis pela construção de um novo lugar social para a loucura, por meio de uma reflexão sobre o trabalho que desenvolvo na Universidade com estagiários e profissionais recém-formados. Na conclusão deste trabalho apresentamos a hipótese de que, por sua complexidade, diversidade e abrangência, a Reforma Psiquiátrica não pode e não deve ser confundida com uma modificação na estrutura dos serviços de saúde ou de mudança nas instituições. Sua natureza é mais ampla. A Reforma Psiquiátrica é um processo civilizador. Um processo que no encontro cotidiano com o sofrimento, por vezes intenso, produz uma ruptura com os modelos hegemônicos e busca inventar dispositivos diferentes de cuidado diversificando ações, tecendo uma rede com o território, inventando formas de sociabilidade, produzindo valor social, construindo uma ética, insistindo em sonhar com um outro mundo possível.
Ruas, Juliana Macedo. "O DIREITO À SAÚDE NOS SISTEMAS DE SAÚDE DA ARGENTINA E URUGUAI O DISCURSO OFICIAL". Universidade Catolica de Pelotas, 2012. http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/tede/206.
Texto completo da fonteThis dissertation aims to identify the configuration of the right to health in the health legislation of Argentina and Uruguay. It starts with the assumption that there is a tendency to return to universalstandards of health care, after the exhaustion of the measures put into effect during the period of reform of national health services, according to the principles derived from the neo-liberal ideologies.To collect the data used to document research on laws, proposals, reports and other official documents related to the theme. The findings indicate a strong tendency to return to more universalstandards, while still bound to work. A common point observed in the two countries was the democratization of decision making on the national health policy, with the inclusion of different sectors of civil society. Finally, I present some final considerations of the research in order to contribute to the knowledge about the changeson the right to health, which has a tendency to reverse the law only in the liberal perspective
Esta dissertação tem como objetivo identificar como se configura o direito à saúde na legislação sanitária da Argentina e do Uruguai. Parte-se do pressuposto que se verifica uma tendência de retorno aos padrões universalistas de atenção à saúde, após o esgotamento das medidas levadas à efeito durante o período das reformas dos serviços nacionais de saúde, obedecendo aos princípios derivados das ideologias neoliberais. Para a coleta dos dados utilizou-se a pesquisa documental em leis, propostas, relatórios e outros documentos oficiais relacionados à temática abordada. Os achados indicam uma forte tendência ao retorno a padrões mais universalistas, embora ainda vinculados ao trabalho. Um ponto comum observado, nos dois países foi a democratização das decisões sobre a política nacional de saúde, com a inclusão de setores distintos da sociedade civil. Por último, apresento algumas considerações finais da pesquisa com objetivo de contribuir para ampliar o conhecimento sobre as alterações sobre o direito à saúde, o qual apresenta uma tendência de reversão do direito unicamente na perspectiva liberal
Tonini, Nelsi Salete. ""O planejamento em saúde mental no contexto da reforma psiquiátrica: um estudo dos municípios da região oeste do Paraná"". Universidade de São Paulo, 2005. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-02062006-121608/.
Texto completo da fonteThis paper is about a quantitative study aimed to investigate mental heath action planning in the context of psychiatric reform, as well as, to know the municipal health administrators conception on these processes. We made use of the Situational Strategic Planning proposed by Carlos Matus, and those involved with psychiatric reform, to encompass this study. The study took place in nine cities in the Western region of Paraná, Brazil. Data was collected from Health Municipal Plan documental analysis and from semi-structured interviews with municipal committee. Fieldwork was performed from July to December 2004. To confer documental analysis data we utilized Situational Strategic Planning instants, and for the organization and analysis of data obtained in the interviews, we used as a technique the Collective Subject Discourse proposed by Lefévre & Lefévre. We built fifteen Collective Subject Discourse with fragments from individual discourses, and in these, fourteen meaning generation themes were identified. In relation to the understanding of the subjects on psychiatric reform, we noticed that consensus is of a more fair society for these individuals when pointing to social humanization and integration as positiveness of the reforms proposed. As far as the planning on mental health, we noticed that there are many difficulties in the sense of its utilization as a tool for the constitution and consolidation of a care network to family members and individuals suffering from psychic disturbance. Nevertheless, it was perceived for the boards speeches initiatives and efforts that reveal a strategic thought in these processes.
Oliveira, Edineia Figueira dos Anjos. "Gastos da política de saúde mental e os rumos da reforma psiquiátrica". Universidade Federal do Espírito Santo, 2017. http://repositorio.ufes.br/handle/10/8776.
Texto completo da fonteFAPES
O objetivo desta tese é analisar o financiamento federal da saúde mental entre 2001 e 2016, identificando como a direção das linhas dos gastos realizados se configuram como estratégia ora de expansão ora de contenção das premissas da Reforma Psiquiátrica brasileira. Para o alcance dos objetivos, realizamos uma pesquisa de abordagem mista, envolvendo pesquisa documental com base nos planos e relatórios de gestão nacional da saúde elaborados entre 2000 e 2015, e os dados obtidos nos bancos de dados Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, Sistema de Informações Sobre Orçamentos Públicos em Saúde e dados enviados pelo Ministério da Saúde pelo Sistema Eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão entre 2000 e 2016. Quanto aos gastos realizados pelo governo Federal com as ações e serviços de saúde mental no período de 2001 a 2016 construímos uma série histórica com direcionamento dos recursos por ações e serviços. O Ministério da Saúde gastou, ao longo dos últimos 15 anos, em média 2,4% (mediana de 2,35%) do orçamento anual do SUS com a saúde mental. Até 2006, a maior parte dos recursos destinou-se às ações hospitalares e a partir de 2006 em todos os anos os gastos extra-hospitalares foram maiores que os gastos hospitalares. A partir de 2006 os gastos com ações e serviços extra-hospitalares mantiveram tendência crescente até 2010. Entre 2011 e 2014 a tendência foi decrescente com aumento em 2015, ano de maior gasto em ações extra-hospitalares. Entretanto, em 2016 os gastos retomam a tendência, representando o menor gasto destinado às ações extra-hospitalares desde 2008. Observamos que a diminuição dos gastos com ações extra-hospitalares a partir de 2010 esteve relacionada com a diminuição de gastos total com saúde mental. Identificamos que o investimento em ações de reinserção social, essencial à consolidação da lei, bem como, investimentos na criação de dispositivos assistenciais que promovam o processo de reinserção social, têm sido gradativamente reduzido ao longo dos anos. Em todos os anos o gasto com medicamentos consumiu mais de um terço do montante gasto com ações extra-hospitalares e, em alguns anos, ficou acima dos gastos com Centro de Atenção Psicossocial. Concluímos que o direcionamento dos gastos não aponta para consolidação da Reforma Psiquiátrica, pois ora reafirma, com o direcionamento dos gastos para as ações extra-hospitalares, e ora nega seus princípios e os princípios da Lei 10.216/2001, tendo em vista a destinação insuficiente de recursos na implementação da política de saúde mental e em ações de consolidação de serviços substitutivos e a presença de interesses privados que dificultam a constituição de uma rede extra-hospitalar com dispositivos assistenciais que garantam cobertura da assistência aos usuários da saúde mental, como assegurado pela Constituição Federal de 1988.
OLIVEIRA, E. F. A. "Gastos da Política de Saúde Mental e os rumos da Reforma Psiquiátrica". Universidade Federal do Espírito Santo, 2017. http://repositorio.ufes.br/handle/10/8776.
Texto completo da fonteO objetivo desta tese é analisar o financiamento federal da saúde mental entre 2001 e 2016, identificando como a direção das linhas dos gastos realizados se configuram como estratégia ora de expansão ora de contenção das premissas da Reforma Psiquiátrica brasileira. Para o alcance dos objetivos, realizamos uma pesquisa de abordagem mista, envolvendo pesquisa documental com base nos planos e relatórios de gestão nacional da saúde elaborados entre 2000 e 2015, e os dados obtidos nos bancos de dados Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, Sistema de Informações Sobre Orçamentos Públicos em Saúde e dados enviados pelo Ministério da Saúde pelo Sistema Eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão entre 2000 e 2016. Quanto aos gastos realizados pelo governo Federal com as ações e serviços de saúde mental no período de 2001 a 2016 construímos uma série histórica com direcionamento dos recursos por ações e serviços. O Ministério da Saúde gastou, ao longo dos últimos 15 anos, em média 2,4% (mediana de 2,35%) do orçamento anual do SUS com a saúde mental. Até 2006, a maior parte dos recursos destinou-se às ações hospitalares e a partir de 2006 em todos os anos os gastos extra-hospitalares foram maiores que os gastos hospitalares. A partir de 2006 os gastos com ações e serviços extra-hospitalares mantiveram tendência crescente até 2010. Entre 2011 e 2014 a tendência foi decrescente com aumento em 2015, ano de maior gasto em ações extra-hospitalares. Entretanto, em 2016 os gastos retomam a tendência, representando o menor gasto destinado às ações extra-hospitalares desde 2008. Observamos que a diminuição dos gastos com ações extra-hospitalares a partir de 2010 esteve relacionada com a diminuição de gastos total com saúde mental. Identificamos que o investimento em ações de reinserção social, essencial à consolidação da lei, bem como, investimentos na criação de dispositivos assistenciais que promovam o processo de reinserção social, têm sido gradativamente reduzido ao longo dos anos. Em todos os anos o gasto com medicamentos consumiu mais de um terço do montante gasto com ações extra-hospitalares e, em alguns anos, ficou acima dos gastos com Centro de Atenção Psicossocial. Concluímos que o direcionamento dos gastos não aponta para consolidação da Reforma Psiquiátrica, pois ora reafirma, com o direcionamento dos gastos para as ações extra-hospitalares, e ora nega seus princípios e os princípios da Lei 10.216/2001, tendo em vista a destinação insuficiente de recursos na implementação da política de saúde mental e em ações de consolidação de serviços substitutivos e a presença de interesses privados que dificultam a constituição de uma rede extra-hospitalar com dispositivos assistenciais que garantam cobertura da assistência aos usuários da saúde mental, como assegurado pela Constituição Federal de 1988.
Sophia, Daniela Carvalho, e Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB). "O Cebes e o movimento da reforma de reforma sanitária: história, política e saúde pública (Rio de Janeiro, 1970-1980)". reponame:Repositório Institucional RUBI, 2012. http://rubi.casaruibarbosa.gov.br/handle/123456789/1742.
Texto completo da fonteMade available in DSpace on 2017-03-21T14:38:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 SOPHIA, Daniela Carvalho_O Cebes e o movimento de reforma sanitária.pdf: 1751759 bytes, checksum: 3ffb7dad65a718be90eab8c47a7be991 (MD5) Previous issue date: 2012
O trabalho analisa a trajetória do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde (Cebes) no período compreendido entre os anos 1976 e 1986. Seus integrantes dedicaram parte do seu tempo a divulgar propostas para a transformação do quadro sanitário nacional, apresentando cenários para a reformulação da política de saúde. Privilegiam-se, nessa tese, os membros do Cebes que pensaram e atuaram nas questões relativas à formulação da Política de Saúde. Esse estudo atém-se à análise da revista Saúde em Debate, periódico do Centro, devido à relevância que teve na área ao longo dos dez anos de publicação, até a consagração do Sistema Único de Saúde (SUS) na 8° Conferência Nacional de Saúde. A revista foi escolhida como fonte e como objeto de estudo, procurando-se compreender seu papel na articulação entre os pesquisadores e a agenda da Saúde Pública brasileira. Um dos enfoques adotados se relaciona à participação dos pesquisadores e da comunidade acadêmica, em sua atividade de divulgação, por meio desse periódico. A pesquisa detém-se em avaliar como desenvolveram esse aspecto de suas atividades e dar a conhecer o público ao qual se dirigiam. Objetivamos apresentar uma visão mais abrangente da Saúde em Debate: o perfil dos articulistas; os temas mais frequentes; os assuntos priorizados; e os autores que mais publicaram na década em questão. Com isso, retendemos mostrar a relevância da publicação no processo que se convencionou denominar como Reforma Sanitária. Mostramos que, mais do que um meio de divulgação, Saúde em Debate se constituiu de fato em um ponto de convergência de múltiplos interesses e meio importante para a formação e conformação do Sistema Único de Saúde.
This study analyzes the trajectory of the Brazilian Center for Health Studies (Centro Brasileiro de Estudos da Saúde, Cebes) between 1976 and 1986. Its members devoted part of their time to communicating proposals for transforming the organization of sanitation in the country, presenting scenarios for the reformulation of its health policy. In this thesis, special attention is given to the members of Cebes who debated and took action on issues relating to the reformulation of the country’s health policy. The study is restricted to the analysis of Saúde em Debate, a periodical published by Cebes, because of the importance it had in the area throughout the ten years until the Unified Health System (Sistema Único de Saúde, SUS) was established at the 8th National Conference on Health. The journal was selected as a source and object of study in a bid to understand its role in articulating the work of researchers and Brazil’s public health agenda. One of the focuses adopted relates to the involvement of the researchers and the academic community in its communication through this periodical. The research focuses on assessing how they developed this aspect of their work and sheds light on the target readership. The aim is to give a broader view of Saúde em Debate: the profile of its contributors, the topics that appeared most often, the subjects that were prioritized, and the authors who published most in the decade in question. By so doing, I aim to demonstrate its importance to the process that has since come to be known as the Sanitation Reform. More than a communication channel, it becomes clear that Saúde em Debate actually constituted a point of convergence between multiple interests, and an important medium for the formation and formulation of SUS.
Le travail analyse la trajectoire du Centre Brésilien d´Études de la Santé des années 1976 aux années 1986. Ses intégrants ont dédié la plupart de leur temps à divulger des propositions de transformations du cadre sannitaire national, présentant diferents scénarios pour la reformulation de la politique de santé. Sont privilégiés dans cette thèse, les membres du Cebes, qui ont pensé et agit concernant les questions relatives à la formulation de la Politique de Santé. Cette étude se fixe dans la Revue Santé en Débat, circulaire du Centre, dû à l´importance qu´elle a eu dans cette discipline durant les dix années de publication, jusqu´à la consacration du Système Unique de Santé à la 8° Conférence Nationale de la Santé. La Revue, choisie comme source et objet d´étude, cherche à comprendre le rôle de l´articulation entre les chercheurs et l´agenda de la Santé Publique brésilienne. Un des aspects retenu se réfère au rôle des chercheurs et de la communauté académique dans leur activité de divulgation, dans ce circulaire, et comment ils ont développé cette aspect de leurs activités et leur public cible. Nous avons l´objectif de présenter une vision plus générale de la Revue, le profil des auteurs, les thèmes les plus fréquents, les sujets priorisés et les auteurs qui ont le plus publié pendant la décennie en question. Nous prétendons démontrer, grâce à cela, l´importance de l´identité dans le processus que l´on nomme par convention Réforme Sannitaire. Nous démontrons que la Santé en Débat, bien plus qu´un moyen de divulgation, se fonde sur un point de convergence de multiples intérêts et qu´elle est un important moyen pour la formation et la configuration du Système Unique de Santé.
Livros sobre o assunto "Reforma da Saúde"
Gastão Wagner de Sousa Campos. Reforma da reforma: Repensando a saúde. São Paulo: Editora Hucitec, 1992.
Encontre o texto completo da fonteNogueira, Roberto Passos. Determinação social da saúde e reforma sanitária. Rio de Janeiro, Brazil]: Cebes, Centro Brasileiro de Estudos de Saúde, 2010.
Encontre o texto completo da fonteAmador, Olívio Mota. A reforma do sector da saúde: Uma realidade iminente? Coimbra: Almedina, 2010.
Encontre o texto completo da fonteVasconcelos, Eduardo Mourão. Desafios políticos da reforma psiquiátrica brasileira. São Paulo: Hucitec, 2010.
Encontre o texto completo da fonteAna Lúcia de Moura Pontes, Felipe Rangel de Souza Machado e Ricardo Ventura Santos, eds. Políticas antes da política de saúde indígena. Rio de Janeiro, Brazil: Editora FIOCRUZ, 2021.
Encontre o texto completo da fonteFaleiros, Vicente de Paula. A construção do SUS: Histórias da reforma sanitária e do processo participativo. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa, 2006.
Encontre o texto completo da fonteAids, Brazil Coordenação Nacional de DST e. Saúde dos trabalhadores rurais de assentamentos e acampamentos da reforma agrária. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Coordenação Nacional de DST e Aids, 2001.
Encontre o texto completo da fonteCarvalho, Eurípedes Balsanufo. O financiamento da saúde no Brasil: Um debate sobre a vinculação constitucional de recursos para a saúde, dívida pública e projeto de reforma tributária. São Paulo, SP: Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, 2010.
Encontre o texto completo da fonteCarvalho, Eurípedes Balsanufo. O financiamento da saúde no Brasil: Um debate sobre a vinculação constitucional de recursos para a saúde, dívida pública e projeto de reforma tributária. São Paulo, SP: Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, 2010.
Encontre o texto completo da fonteAmélia da Conceiçao Rego da Silva. Reformas no sector da saúde: A equidade em cuidados intensivos. Lisboa: Universidade Católica Editora, 2010.
Encontre o texto completo da fonteCapítulos de livros sobre o assunto "Reforma da Saúde"
Desviat, Manuel. "A Reforma de Leganés: do hospital psiquiátrico à área da saúde". In A reforma psiquiátrica, traduzido por Vera Ribeiro, 115–32. 2a ed. Editora FIOCRUZ, 2015. http://dx.doi.org/10.7476/9788575415436.0011.
Texto completo da fonteGerschman, Silvia. "Os Conselhos de Saúde". In A democracia inconclusa: um estudo da reforma sanitária brasileira, 237–48. 2a ed. Editora FIOCRUZ, 2004. http://dx.doi.org/10.7476/9788575415375.0010.
Texto completo da fonteBarros, Vitória Chaves de Souza Dantas de. "VESTÍGIOS DE ABORDAGENS MANICOMIAIS ARRAIGADAS EM SERVIÇO INSTITUÍDO PELA REFORMA PSIQUIÁTRICA". In Bases Conceituais da Saúde 3, 233–36. Atena Editora, 2019. http://dx.doi.org/10.22533/at.ed.34319150228.
Texto completo da fonteSilva, Thiago Henrique dos Santos. "Entre o consenso e o minotauro da saúde: um balanço da estratégia da Reforma Sanitária Brasileira". In Teoria da Reforma Sanitária: diálogos críticos, 291–336. Editora Fiocruz, 2018. http://dx.doi.org/10.7476/9786557080566.0010.
Texto completo da fonteFraga, Clementino. "A reforma da saúde pública no Congresso Nacional". In Vida e Obra de Oswaldo Cruz, 59–78. 2a ed. Editora FIOCRUZ, 2005. http://dx.doi.org/10.7476/9786557080993.0011.
Texto completo da fonteGerschman, Silvia. "O Movimento Popular em Saúde". In A democracia inconclusa: um estudo da reforma sanitária brasileira, 89–134. 2a ed. Editora FIOCRUZ, 2004. http://dx.doi.org/10.7476/9788575415375.0006.
Texto completo da fonteDias, Rafaela Lins de Oliveira. "O AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE E SEU PAPEL NO TRABALHO INTERDISCIPLINAR DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA". In INOVAÇÃO EM CIÊNCIAS E SAÚDE, 153–66. Inove Primer, 2023. https://doi.org/10.29327/5467279.1-8.
Texto completo da fonteMenezes, Vânia Monteiro de, Andréia de Fátima de Souza Dembiski, Pedro Felipe Furlaneto Nava, Renata Garutti Rossafa, Maria Beatriz Bastos Párraga, Vera Lúcia Blum e Sirlene Guimarães Ribeiro. "REFORMA PSIQUIÁTRICA, CIDADANIA E BANALIZAÇÃO DA INTERDIÇÃO DE PESSOAS COM TRANSTORNOS MENTAIS". In Ciências da Saúde: Da Teoria à Prática 6, 213–28. Atena Editora, 2019. http://dx.doi.org/10.22533/at.ed.98919130622.
Texto completo da fonteFONTANA, ERNESTO AUGUSTO JUNIOR, JOSÉ WALTER LIMA PRADO, KECYANI LIMA DOS REIS, MÉRCIA RODRIGUES LACERDA, PERCÍLIA AUGUSTA SANTANA DA SILVA e SARA LOPES MOURA. "FUNDAMENTAÇÃO HISTÓRICA E FILOSÓFICA DA SAÚDE MENTAL". In Saúde Mental: interfaces, desafios e cuidados em pesquisa - Volume 2, 66–76. Editora Científica Digital, 2023. http://dx.doi.org/10.37885/230713892.
Texto completo da fonteHOEPERS, A. D. "SAÚDE MENTAL INTERSECCIONAL". In Assistência integral à saúde: desafios e vulnerabilidades da assistência, 334–47. Editora Científica Digital, 2023. http://dx.doi.org/10.37885/230814120.
Texto completo da fonteTrabalhos de conferências sobre o assunto "Reforma da Saúde"
Martins, Jéssica Barros, Louise Chiarello Amaro, Marcelo Fabiano Costella e Elvira Maria Vieira Lantelme. "Gestão da saúde e segurança do trabalho na indústria da construção". In XX ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 1–11. UFAL, 2024. http://dx.doi.org/10.46421/entac.v20i1.6046.
Texto completo da fonteSouza, Lucas Macedo Manhães de, e Glaucia Maria de Araújo Ribeiro. "POLÍTICAS PÚBLICAS BASEADAS EM EVIDÊNCIAS NA ÁREA DA SAÚDE MENTAL: COMUNIDADES TERAPÊUTICAS NO BRASIL". In Anais do II Congresso Nacional Multidisciplinar em Saúde, 236–39. Recife, Brasil: Even3, 2024. https://doi.org/10.29327/1467441.2-2.
Texto completo da fonteNeta, Amanda Nunes de Cerqueira Souza, e Elisângela Mascarenhas da Silva. "PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS ÓBITOS DE MULHERES POR NEOPLASIA MALIGNA DE OVÁRIO NO BRASIL, DE 2018 A 2022." In Anais do I Congresso Regional de Saúde Materno Infantil, 65–66. Recife, Brasil: Even3, 2024. http://dx.doi.org/10.29327/1439003.1-1.
Texto completo da fonteSilva, Elizamar Bezerra da, Fernando Alves da Silva, Gisleine Oliveira Almeida, Juliana Ferreira da Silva, Katia Simone Gomes, Larissa Pereira dos Santos Silva, Selma Mendes Domingues e Luiz Faustino dos Santos Maia. "História psiquiátrica: da reforma aos dias atuais". In Seminário de Produção Científica em Ciências da Saúde. Revista Remecs, 2018. http://dx.doi.org/10.24281/rremecs.2018.11.14.spccsaude1.5.
Texto completo da fonteSoares, Natan Aparecido da Silva, e Silvio Yasui. "MNEMOSINE: HISTÓRIA DA REFORMA PSIQUIÁTRICA E DA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL NO BRASIL". In I Congresso Brasileiro de Saúde Pública On-line: Uma abordagem Multiprofissional. Revista Multidisciplinar em Saúde, 2021. http://dx.doi.org/10.51161/rems/3038.
Texto completo da fonteAgrizzi, Luciano Moresco, e Tassia M. M. Agrizzi. "O impacto da reforma trabalhista na saúde dos trabalhadores do setor de saúde". In 17º Congresso da Associação Nacional de Medicina do Trabalho. 17 - Supl.1, 2019. http://dx.doi.org/10.5327/z16794435201917s1tl002.
Texto completo da fonteSantos, Francisca Elane Dos, Maria Devany Pereira, Ana Claudia Costa de Sampaio, Maira Crissiane De Lima Costa e Camila Carla De Sousa Bezerra. "A REFORMA PSIQUIÁTRICA NÃO FINDOU: POTENCIALIDADES DA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL NO CUIDADO INTERPROFISSIONAL EM SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA". In 13º Encontro Nacional de Residências em Saúde. Recife, Brasil: Even3, 2024. http://dx.doi.org/10.29327/1383752.739211.
Texto completo da fonteAguiar Mota, Cristiane, Luana de Souza Silva, Priscila de Souza, Raiana Bernardino Ribeiro e Luiz Faustino dos Santos Maia. "A reforma psiquiátrica e os cuidados de enfermagem na saúde mental". In Seminário de Produção Científica em Ciências da Saúde. Revista Remecs, 2018. http://dx.doi.org/10.24281/rremecs.2018.11.14.ciensaude1.4.
Texto completo da fonteMota, Cristiane Aguiar, Luana de Souza Silva, Priscila de Souza, Raiana Bernardino Ribeiro e Luiz Faustino dos Santos Maia. "A reforma psiquiátrica e os cuidados de enfermagem na saúde mental". In Seminário de Produção Científica em Ciências da Saúde. Revista Remecs, 2018. http://dx.doi.org/10.24281/rremecs.2018.11.14.spccsaude1.4.
Texto completo da fonteCosta, Luís Henrique da Silva. "A SAÚDE MENTAL E SUAS VÁRIAS NARRATIVAS DENTRO DA REFORMA PSIQUIÁTRICA". In III Congresso Norte-Nordeste de Saúde Pública (Online). Editora Omnis Scientia, 2022. http://dx.doi.org/10.47094/iiicnnesp.2022/85.
Texto completo da fonteRelatórios de organizações sobre o assunto "Reforma da Saúde"
Capela dos Santos, Denise. A política de reforço da resposta dos cuidados de saúde primários em Portugal: psicologia, oftalmologia, obstetrícia, pediatria e medicina física e de reabilitação. Universidade Autónoma de Lisboa, 2016. http://dx.doi.org/10.26619/ual-cee/wp042016.
Texto completo da fonteWilkinson, Annie. Banco de perguntas sobre o mpox: Perguntas qualitativas para recolha de dados a nível comunitário. Institute of Development Studies, outubro de 2024. http://dx.doi.org/10.19088/sshap.2024.045.
Texto completo da fonteInteligência DWRI X Múltiplas Inteligências DWRI X Multiple Intelligences. CPAH REDAÇÃO, fevereiro de 2023. http://dx.doi.org/10.56238/cpahciencia-002.
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