Academic literature on the topic 'Reforma da Saúde'

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Journal articles on the topic "Reforma da Saúde"

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Björkman, James Warner. "Política social, governança e capacidade: reformas e restrições do setor público." Revista do Serviço Público 56, no. 3 (February 20, 2014): 277–94. http://dx.doi.org/10.21874/rsp.v56i3.230.

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Abstract:
Tendo como pano de fundo a natureza problemática das tentativas de reformar os sistemas nacionais de prestação de serviços sociais e de saúde, este artigo busca fazer uma revisão da lógica da Nova Gestão Pública (NGP) no setor de serviços de saúde. Após contextualizar as diversas abordagens da capacitação em políticas sociais e as três gerações de reformas do setor público, faz um exame das reformas aplicadas na prestação de serviços de saúde, sugerindo estratégias que levem em conta a capacidade. O artigo finaliza com uma discussão sobre o papel da governança na política social e no desenvolvimento.Palavras-chave: atenção à saúde, reforma do setor público, capacitação
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Elias, Paulo Eduardo. "Reforma ou contra-reforma na proteção social à saúde." Lua Nova: Revista de Cultura e Política, no. 40-41 (August 1997): 193–215. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-64451997000200009.

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Abstract:
Discutem-se as mudanças no sistema de saúde brasileiro em período recente da ótica das políticas sociais. A partir do enunciado da exclusão social como questão central a ser enfrentada pelas políticas sociais e da noção de contra-reforma em oposição à reforma virtuosa e necessária do Estado, analisam-se as políticas de saúde, privilegiando a denominada Reforma Sanitária e a implementação do SUS. O artigo sustenta a exigência de se promover a articulação das reformas do sistema de saúde com as políticas econômicas de modo a apontar para um novo padrão de desenvolvimento, com sólidas bases sociais e orientado ética e politicamente para a inclusão.
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Ventura, Deisy, and Fernanda Aguilar Perez. "Crise e reforma da organização mundial da saúde." Lua Nova: Revista de Cultura e Política, no. 92 (August 2014): 45–77. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-64452014000200003.

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Abstract:
O artigo mostra que crise e reforma são temas recorrentes nas últimas três décadas de funcionamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Após breve apresentação da Organização, os principais elementos de sua crise são identificados, graças à revisão da literatura e à pesquisa documental. A seguir, o artigo arrola sinteticamente os resultados de pesquisa empírica sobre as temas relacionados à reforma, incluídos nas pautas da Assembleia Mundial da Saúde, de 1998 a 2014. Adiciona-se uma breve alusão às posições do Brasil e da União Sul-Americana de Nações (Unasul) sobre a crise e a reforma em tela. Na conclusão, questiona-se se tal reforma poderia tornar a OMS uma espécie de "enclave cosmopolítico" na complexa configuração da saúde global.
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Santos, Lucio Souza dos. "Gerencialismo e saúde." Crítica Revolucionária 4 (November 25, 2024): e010. http://dx.doi.org/10.14295/2764-4979-rc_cr.2024.v4.25.

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Abstract:
No final da década de 1970, em resposta a crise na queda da taxa de lucro nos países centrais do capitalismo, houve uma série de reformas do estado que tiveram por objetivo reduzir o custo de funcionamento de serviços públicos. A parceria publico-privada com organizações não governamentais sem fins lucrativos para a gestão, por meio de transferência de recursos do estado, foi o modelo encontrado com intuito de tornar os serviços mais eficientes e com menor custo. Esta ideologia passou a ser designado como gerencialismo. No Brasil o gerencialismo ganhou corpo institucional com a reforma do estado, em 1995, realizada pelo Ministério da Reforma Administrativa. Na saúde este modelo ganhou expressão com a transferência de gestão de serviços de saúde por entidades denominadas como organizações sociais de saúde.
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Figueira dos Anjos Oliveira, Edineia. "A Saúde Mental no Planejamento da Política de Saúde Brasileira." SER Social 23, no. 49 (July 30, 2021): 473–95. http://dx.doi.org/10.26512/sersocial.v23i49.31929.

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Abstract:
Este artigo analisa os Planos Nacional de Saúde, no período 2000-2019, verificando se as ações de saúde mental propostas estão em conformidade com as diretrizes da Lei da Reforma Psiquiátrica Brasileira 10.216/2001. Trata-se de pesquisa documental envolvendo cinco planos governamentais entre 2000-2003, 2004-2007, 2008-2011, 2012-2015, 2016-2019. Para análise dos dados, utilizou-se Análise de Conteúdo. Os planos evidenciaram a luta no processo de implementação das ações propostas na direção da Reforma Psiquiátrica Brasileira, tensionada por diferentes sujeitos contrários e a favor do projeto de implementação da reforma da Política de Saúde Mental. Identificou-se que o processo de implementação da Reforma Psiquiátrica ora avança ora retrocede, dependendo da correlação de forças dos sujeitos envolvidos nesse processo. Mas, no atual cenário político brasileiro prevalecem os desmontes que essa política vem sofrendo, em especial com a aprovação da Portaria 3.588/17, fortalecidos na Nota Técnica nº 11/19.
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Santos, Adriano Maia dos, Ligia Giovanella, Henrique Botelho, and Jaime Correia de Sousa. "Desafios Organizacionais para Fortalecimento da Atenção Primária à Saúde em Portugal." Revista Brasileira de Educação Médica 39, no. 3 (September 2015): 359–69. http://dx.doi.org/10.1590/1981-52712015v39n3e01542014.

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Abstract:
RESUMO Este artigo analisa os principais aspectos da Reforma da Atenção Primária à Saúde (APS) em Portugal, que culminaram na implantação das Unidades de Saúde Familiar (USF), ampliação do acesso e melhoria no processo de coordenação dos cuidados. Identifica avanços e limites da reforma na APS portuguesa, que, apesar do contexto social e histórico distinto, podem subsidiar as políticas de saúde no Brasil. Realizou-se um estudo de caso com abordagem qualitativa, em Portugal, elegendo-se quatro USF na Região Norte, uma USF na Região de Lisboa/Vale do Tejo e dois Agrupamentos de Centros de Saúde (Aces) na Região Norte. Foram realizadas 20 entrevistas semiestruturadas, com observação sistemática e análise documental. O sucesso da reforma destaca-se na dimensão micropolítica, ou seja, na criação das USF como processo voluntário de adesão dos profissionais de saúde, o que permite certa estabilidade mesmo em tempos de crise. A Reforma da APS em Portugal é considerada um “evento extraordinário”, um exemplo bem-sucedido de intervenção nas reformas organizacionais na Europa em favor da coordenação dos cuidados por médicos generalistas.
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Barros, Sônia, and Mariana Salles. "Gestão da atenção à saúde mental no Sistema Único de Saúde." Revista da Escola de Enfermagem da USP 45, spe2 (December 2011): 1780–85. http://dx.doi.org/10.1590/s0080-62342011000800025.

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Abstract:
Neste artigo é realizada uma contextualização e avaliação crítica do processo histórico e político da Reforma Psiquiátrica Brasileira. O objetivo é fazer uma breve retrospectiva e análise dos mecanismos de gestão que têm possibilitado o avanço da Reforma Psiquiátrica. Este processo histórico é dividido em três períodos: a implementação de estratégias de desinstitucionalização; a expansão da rede de atenção psicossocial e a consolidação da hegemonia reformista. Verifica-se que a Reforma Psiquiátrica no Brasil avança na medida em que mecanismos de gestão são criados para ampliar a rede de serviços. Porém, permanecem desafios para consolidar a rede de atenção territorial e aumentar recursos do orçamento anual do Sistema Único de Saúde para a Saúde Mental.
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Lacaz, Francisco Antonio de Castro, Ademar Arthur Chioro dos Reis, Edvânia Ângela de Souza Lourenço, Patrícia Martins Goulart, and Carla Andrea Trapé. "Movimento da Reforma Sanitária e Movimento Sindical da Saúde do Trabalhador: um desencontro indesejado." Saúde em Debate 43, spe8 (2019): 120–32. http://dx.doi.org/10.1590/0103-11042019s809.

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Abstract:
RESUMO O artigo discute a origem do Movimento da Reforma Sanitária Brasileira (MRSB) e do Movimento Sindical da Saúde do Trabalhador (MSST) e como a frágil base social da Reforma Sanitária tem relação com o ‘divórcio’ entre estes. Pauta-se na ótica da Saúde do Trabalhador a partir de revisão da literatura publicada na revista ‘Saúde em Debate’ e por autores nas décadas de 1980 a 2010 que compuseram a Comissão Nacional da Reforma Sanitária. Mostra o avanço obtido pelo MSST, nos anos 1970-1980, na implementação de Programas de Saúde do Trabalhador, protagonizados pelos sindicatos envolvidos na luta pela saúde no trabalho, assessorados por seu órgão intersindical, questão desconsiderada pelo MRSB. Com a hegemonia da reestruturação produtiva neoliberal global no País e o desemprego estrutural, há um declínio da ação do movimento sindical, enfraquecendo seu protagonismo na luta pela saúde no trabalho, o que poderia ter potencializado a luta pela Reforma Sanitária Brasileira.
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Mendonça, Maria Helena Magalhães de. "Profissionalização e regulação da atividade do agente comunitário de saúde no contexto da reforma sanitária." Trabalho, Educação e Saúde 2, no. 2 (September 2004): 353–66. http://dx.doi.org/10.1590/s1981-77462004000200009.

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Abstract:
O artigo tem como tema a profissionalização da atividade do agente comunitário de saúde, no contexto das reformas sociais formuladas no processo de redemocratização do Brasil nos anos 80 e 90, com ênfase na Reforma Sanitária brasileira. O argumento central é a existência de uma relação entre projetos de renovação das práticas sociais em saúde, como a reorganização da atenção básica de saúde a partir dos Programas de Agentes Comunitários de Saúde (Pacs) e Saúde da Família (PSF), e a emergência de nova categoria de trabalhador em saúde, que exige um esforço de profissionalização, entendida como educação profissional específica e regulação da atividade no mercado de trabalho em saúde. Primeiro, trabalha-se o contexto em que se definem políticas sociais de saúde como parte da constituição da cidadania social, que se baseia nos princípios da universalidade e da igualdade entre beneficiários. No segundo momento, trata-se da emergência desse novo agente, do seu papel no processo de mudança na produção da saúde e do papel do Estado na normalização de sua atuação e regulação no mercado de trabalho em saúde. Por fim, reflete-se sobre os desafios que a recente regulação da profissão traz para a formação profissional dos trabalhadores em saúde, cujo enfrentamento favorece a implementação da estratégia de Saúde da Família e auxilia na consolidação do processo de reforma social.
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Melo, Marcus André, Nilson do Rosário Costa, and Pedro Luís Barros Silva. "Inovações organizacionais em política social: o caso da Grã-Bretanha." Revista do Serviço Público 50, no. 3 (February 24, 2014): 5–31. http://dx.doi.org/10.21874/rsp.v50i3.349.

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Abstract:
O presente artigo discute o modelo de quase-mercado, ou competição administrada, introduzido no sistema de saúde inglês nos anos 80 e 90. Essa experiência foi paradigmática da segunda geração de reformas dos sistemas de saúde, que emerge nesse período, e que contrasta fortemente com a chamada primeira geração, impulsionada pelo imperativo macroeconômico de controle das despesas nacionais com a função saúde. A segunda geração das reformas caracteriza-se pelo foco organizacional e microeconômico. O balanço da reforma é inconclusivo: enquanto alguns ganhos de eficiência foram conseguidos alguns aspectos continuam controversos — custos de transação maiores no novo sistema; iniqüidades entre os pacientes de GPs que aderiram à reforma e os que não aderiram —, além do fato de que os trusts desfrutam de poder de monopólio, limitando assim, os ganhos de eficiência perseguidos.
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Dissertations / Theses on the topic "Reforma da Saúde"

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Campos, Gastão Wagner de Sousa 1952. "Reforma da reforma : repensando a saúde." [s.n.], 1991. http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/313817.

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Abstract:
Orientador : Ana Maria Canesqui
Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas
Made available in DSpace on 2018-07-14T01:54:34Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Campos_GastaoWagnerdeSousa_D.pdf: 5898828 bytes, checksum: 8ff4db8ddb6e2dfcd845f18be8c3ba3f (MD5) Previous issue date: 1991
Resumo: REFORMA DA REFORMA em seu primeiro capítulo discute o Sistema único de Saúde Brasileiro (SUS). Estabelece comparações com os dilemas de funcionamento do Estado em outros países. analisa os impasses do Planejamento e da Gestão dos serviços públicos. comentando algumas teorias referentes a estes temas. No Capitulo II é estudada a forma neoliberal de produzir e orqanizar a atenção à saúde com ênfase na investigação dos processos de trabalho do exercício do poder nas instituições e nas relações entre hospital e clientela. Discute-se também os projetes e a praxis política e profissional dos atores componentes do bloco neoliberal. O terceiro Capitulo descreve o processo de descentralização instituído no Brasil a partir de 1987 e as suas conseqüências sobre o modelo assistencial então vigente na área publica de saúde. No último Capitule são apresentadas propostas de reformulação da forma de organizar a atenção à saúde na área pública bem como dos métodos de planejamento, de gestão e da prática dos profissionais de saúde
Abstract: REFORM OF THE REFORM discusses in the first chapter the process of settling of the Brazilian Unified Health System (SUS). Comparisons with the PubIic Health Syst:ems already operating in other countries are made, besides, the difficulties of health services are analyzeel, while commenting the existing theoretical propositions on the subject. The neoliberal way of organizing and producing the health care actions is studied in chapter two with investigative emphasis on the work process, the institutional power and the relationships between consumers and hospitals. The political praxis and health care projects of the social groups who act for the neoliberal policies are also discussed. Chapter three describes the administrative decentralization occurring in Brazil since 1987, as well as its consequences on the Public HeaIth Care Models in the Country. At teh and, propositions to reform the organizational patterns of brazilian health care services, their plannig and managerial methods, and professional daily actions, are presented
Doutorado
Saude Coletiva
Doutor em Saude Coletiva
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Moreno, Mónica Cecilia Moreno. ""A saúde como direito no contexto da Reforma da Saúde na Colômbia, 1999-2007"." reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS, 2008. http://hdl.handle.net/10183/16232.

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Abstract:
Com este trabalho, procurou-se contribuir com as construções que a partir da ciência política vêm sendo realizadas diante da configuração da saúde como direito no contexto da reforma do sistema de saúde colombiano. Realizou-se um balanço crítico da produção sobre o direito à saúde na última década. A metodologia apóia-se no enfoque qualitativo, utilizando as técnicas de análise de conteúdo e análise do discurso. Para a definição da unidade de leitura, realizaram-se entrevistas semi-estruturadas com informantes representativos. Para a análise formal da produção, aplicaram-se instrumentos compostos por pontos como: objetivos, temáticas, atores, enfoques e resultados. Deste material, podese destacar a presença da análise sobre a crise hospitalar, o problema trabalhista e sua relação com a saúde, as barreiras de acesso ao atendimento e os questionamentos feitos ao sistema de informação e a situação da saúde pública. São identificados como atores centrais no estudo do direito à saúde: instituições privadas de saúde, a sociedade e o Estado. O balanço aponta duas perspectivas para configurar a política de saúde: uma que vê na liberdade de mercado a melhor opção para garantir o atendimento na saúde e outra que propõe que o Estado garanta o direito à saúde. Avançar na avaliação do impacto da reforma da saúde permitiria reorientar a organização do sistema de saúde e construir alternativas de política que tornem realidade o direito à saúde.
This disertation seeks to make a contribution to the constructions that are being made from within the field of political science about health as right in Colombia. It was done a critical review of the work relating the right to health in the country from the last decade. The methodology is based on the qualitative approach, using the content and discourse analysis. In order to define the reading unit, semi-structured interviews with key informants were carried out. For the formal analysis of the production instruments with descriptors such as objectives, themes, actors, approaches and results were applied. About the finds, the presence of analysis of the hospital crisis, the labor problem and its relationship with health, access barriers to care and concerns about information and public health are notable. Private health institutions, society and the State are recognized as primary actors. The balance shows two perspectives to configure the health public policy: the first one sees in the free market the best option to offer health attention and the second one, believes that the State is the one that must guarantee the right to health. to advance on the evaluation of the impact of health would allow to track the health system's organization and and design a public policies alternatives so that the health as right becomes true.
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Kinoshita, Roberto Tykanori. "O outro da reforma : contribuições da teoria da autopoise para a problematica da cronicidade no contexto das reformas psiquiatricas." [s.n.], 2001. http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/309419.

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Abstract:
Orientador : Gastão Wagner de Sousa Campos
Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas
Made available in DSpace on 2018-07-27T16:56:11Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Kinoshita_RobertoTykanori_D.pdf: 53203108 bytes, checksum: dc749e9d9ac8fb07df79bd26a6ca6e05 (MD5) Previous issue date: 2001
Resumo: A presença do problema da cronicidade é verificada nos diversos contextos das refonnas da assistência psiquiátrica e em particular na história americana. Uma revisão das publicações a respeito das questões da cronicidade mostrou-nos que, apesar de ser amplamente utilizado, esse é um tema que traz muitas divergências e que o conceito de doente crônico propriamente é um conceito equivoco. Retomando o pensamento crítico de Franco Basaglia e o conceito de institucionalização como esquema explicativo da cronificação institucional, identificamos o chamado "enigma do corpo" como problemática central. A ambigüidade do corpo de ser, simultaneamente, sujeito e objeto para o ser humano mostra-se como questão histórica. Argumento que uma aproximação com a Teoria da Autopoiese, proposta por Maturana e VareIa, nos possibilitaria investigar a cronicidade como fenômeno que observamos no domínio da ontogenia dos seres vivos, e suas correlações com a dinâmica fisiológica.Argumento que as novas concepções de linguagem, de cognição e de seres vivos, alternativas à tradição ocidental científica e filosófica, possibilitariamuma explicação para a cronicidade, de modo a orientar as ações na esfera das inter-relações individuais (profissional/paciente), bem como a servir de referência para o planejamentode ações e serviços em saúde mental
Abstract: The presence of the problem of the chronicity is verified in the severa! contexts of the reforms of the psychiatric attendance and in particular way in the American history. A revision of the publications regarding the subjects of the chronicity showed us that, in spite of being used thoroughly, that is a theme that brings a lot of divergences and that the concept of chronic patient is a concept that mistakes. Retaking Franco Basaglia's critical thought and the institutionalization concept as explanatory outline of the institutional chronification we identified it called "enigma of the bodyhood" as a central probIem. The arnbiguity of the body of being, simultaneousIy, subject and object for tOOhuman being is shown as historical subject. largue that an approach with the Theory of Autopoiese, proposed by Maturana and VareIa, would facilitate us to investigate the chronicity as phenomenon that we observe in the domain of the ontogeny of the living beings, and its correlations with the physioIogic dynamics. largue that the new conceptions of cognition an d Ianguage and of living beings, alternatives to the scientific and philosophical westem tradition, would facilitate an explanation for the chronicity, in way to guide the actions in the sphere of the individual interreIations (professionals / patients), as well as to serve as reference for the planningof actions and services in mental health policies
Doutorado
Doutor em Saude Coletiva
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Moreira, Márcia Chaves. "Determinação social da saúde: fundamento teórico-conceitual da reforma sanitária brasileira." Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2013. http://hdl.handle.net/10923/5569.

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Abstract:
Made available in DSpace on 2013-11-27T18:52:48Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000452446-Texto+Completo-0.pdf: 916267 bytes, checksum: 0f4d3458ff22d89a4e55f43a498c9547 (MD5) Previous issue date: 2013
The study examines the theoretical and conceptual approach of the social determination of the health-disease process and the focus of the social determinants of health, looking beyond the elucidation of them, enjoying them in the light of their contributions and implications for strengthening the Brazilian Health Reform Project. The concept of social determinants of health was one of the main pillars of critical thinking which founded the collective health and scientifically substantiated the Brazilian Health Reform Project. However, it suffered from theoretical investments in the structuring years of the United Health System (SUS). The issue returned to the agenda of discussions with the constitutions of the Social Determinants of Health from the World Health Organization (OMS) and the subsequent publication of this report. Despite the similarities, the two constructs can be distinguished. Understanding that the option for various approaches implies in the clarity of its fundamentals, reference horizons, underlying ideologies, scope and purposes, it is necessary to clarify the benchmarks adopted, since the parameters are supported on philosophical, theoretical and ethical-political. Far from being a purely conceptual debate, the claim rests on the search for the essence of the approaches, as well as its transformative potential in face of colossal challenges of a reality that defies and enforces the critical reading skills to develop responses that have as a goal the radicalization of democracy, one of the flags of the Brazilian Health Reform. Therefore, we sought to answer the following questions: how the theoretical approaches on social determinants of health understand the phenomenon health - disease and the relationship between health/society? In which historical context develop the distinct constructs about social determinants of health? What corporate projects are underlying to the approaches about the social determinants of health? Under what theoretical, methodological, ethical and political fundamentals the constructions are based on the social determinants of health? How to present a political viewpoint and methodological proposals for health work-based conception of social determinants of health? This is a theoretical investigation, aimed at studying theories and uncovers theoretical frameworks. Thus, consisted of a literature review, an exploratory and descriptive, with qualitative approach in order to seek and to understand the explanations, the concepts, the theoretical and methodological frameworks and the ethical-political reference, besides the operational propositions underlying the theoretical perspectives studied. Resorted to the technique of content analysis to the data treatment. Composed the study theoretical treatises written by thinkers recognized in the field of community health by their notorious contribution on the subject and specific institutional publications on the topic.
O estudo analisa a abordagem teórico-conceitual da determinação social do processo saúde-doença e o enfoque dos determinantes sociais da saúde, buscando, para além da elucidação dos mesmos, apreciá-los à luz de suas contribuições e implicações para o fortalecimento do Projeto da Reforma Sanitária Brasileira. O conceito de determinação social da saúde foi um dos principais pilares do pensamento crítico que fundou a saúde coletiva e fundamentou cientificamente o Projeto da Reforma Sanitária Brasileira. Entretanto, padeceu de investimentos teóricos nos anos de estruturação do Sistema Único de Saúde (SUS). O tema retornou à pauta de discussões com a constituição da Comissão para os Determinantes Sociais da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a subsequente publicação de seu relatório. Não obstante as semelhanças, as construções distinguem-se. Entendendo que a opção pelas mais variadas abordagens implica na clareza de seus fundamentos, horizontes de referência, ideologias subjacentes, alcance e propósitos, faz-se necessário o esclarecimento dos referenciais adotados, visto que se sustentam em parâmetros filosóficos, teóricos e ético-políticos. Longe de ser um debate puramente conceitual, a pretensão repousa na busca pela essência das abordagens, bem como seu potencial transformador frente aos colossais desafios de uma realidade que desafia e impõe capacidade de leitura crítica para elaboração de respostas que tenham como horizonte a radicalização da democracia, uma das bandeiras da Reforma Sanitária Brasileira. Para tanto, procurou-se responder as seguintes questões: como as abordagens teóricas sobre determinação social da saúde entendem o fenômeno saúde-doença e a relação saúde/sociedade? Em que contexto histórico se desenvolveram as distintas construções sobre determinação social da saúde? Que projetos societários são subjacentes às abordagens sobre determinação social da saúde? Sob quais fundamentos teóricos, metodológicos, éticos e políticos estão embasadas as construções teóricas sobre determinação social da saúde? Como se apresentam do ponto de vista político e metodológico as propostas de trabalho em saúde baseadas na concepção da determinação social da saúde? Trata-se de uma investigação teórica, ou seja, voltada a estudar teorias e desvendar quadros teóricos de referência. Assim, consistiu em uma pesquisa bibliográfica, de natureza exploratória e descritiva, com abordagem qualitativa, tendo em vista que se buscou a compreensão de explicações, concepções, quadros teórico- metodológicos e ético-políticos de referência, além das proposições operacionais subjacentes às perspectivas teóricas estudadas. Recorreu-se à técnica de análise de conteúdo para o tratamento dos dados. Compuseram o estudo produções teóricas de autoria de pensadores reconhecidos no campo da saúde coletiva por sua notória contribuição sobre o assunto e publicações institucionais específicas sobre o tema.
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Yasui, Silvio. "Rupturas e encontros: desafios da reforma psiquiátrica brasileira." reponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ, 2006. https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/4426.

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Abstract:
Made available in DSpace on 2012-09-05T18:23:53Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) 240.pdf: 1307787 bytes, checksum: c2329c03fc87fcb438d7b458cc0a68aa (MD5) Previous issue date: 2006
O presente estudo aborda a Reforma Psiquiátrica brasileira tendo como eixo de análise quatro dimensões postuladas por Paulo Amarante que a caracteriza como um Processo Social Complexo. Na dimensão jurídico-política, que aqui renomeamos como política, através de uma análise do percurso histórico da Reforma Psiquiátrica, propõe-se destacar as tensões e conflitos decorrentes das ações dos diferentes atores sociais que provocam e interrogam a relação entre Estado e Sociedade. Na dimensão epistemológica, busca-se eselecer uma relação entre a transição paradigmática das ciências, tal como proposto por diversos autores críticos da racionalidade cientifica moderna, e a ruptura epistemológica em relação à psiquiatria tradicional, presente nos princípios da Reforma Psiquiátrica. Ao propor a construção de um novo olhar sobre a loucura, sobre o sofrimento psíquico, a Reforma Psiquiátrica aponta para a construção de novos saberes e de novas práticas sociais, em um processo semelhante à produção de conhecimento a partir de novos paradigmas sobre a verdade científica. Na dimensão técnico-assistencial propõe-se realizar uma análise dos principais conceitos que norteiam a produção de cuidados dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), aqui entendido não apenas como um serviço, mas como uma estratégia que produz uma ruptura com o modelo assistencial hegemônico. Na dimensão sócio-cultural, busca-se apresentar as possibilidades de se obter uma transformação no processo de formação de profissionais, principais agentes responsáveis pela construção de um novo lugar social para a loucura, por meio de uma reflexão sobre o trabalho que desenvolvo na Universidade com estagiários e profissionais recém-formados. Na conclusão deste trabalho apresentamos a hipótese de que, por sua complexidade, diversidade e abrangência, a Reforma Psiquiátrica não pode e não deve ser confundida com uma modificação na estrutura dos serviços de saúde ou de mudança nas instituições. Sua natureza é mais ampla. A Reforma Psiquiátrica é um processo civilizador. Um processo que no encontro cotidiano com o sofrimento, por vezes intenso, produz uma ruptura com os modelos hegemônicos e busca inventar dispositivos diferentes de cuidado diversificando ações, tecendo uma rede com o território, inventando formas de sociabilidade, produzindo valor social, construindo uma ética, insistindo em sonhar com um outro mundo possível.
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Ruas, Juliana Macedo. "O DIREITO À SAÚDE NOS SISTEMAS DE SAÚDE DA ARGENTINA E URUGUAI O DISCURSO OFICIAL." Universidade Catolica de Pelotas, 2012. http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/tede/206.

Full text
Abstract:
Made available in DSpace on 2016-03-22T17:26:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 juliana.pdf: 627296 bytes, checksum: 4e088732683aec1ac84a495bfee276ef (MD5) Previous issue date: 2012-03-07
This dissertation aims to identify the configuration of the right to health in the health legislation of Argentina and Uruguay. It starts with the assumption that there is a tendency to return to universalstandards of health care, after the exhaustion of the measures put into effect during the period of reform of national health services, according to the principles derived from the neo-liberal ideologies.To collect the data used to document research on laws, proposals, reports and other official documents related to the theme. The findings indicate a strong tendency to return to more universalstandards, while still bound to work. A common point observed in the two countries was the democratization of decision making on the national health policy, with the inclusion of different sectors of civil society. Finally, I present some final considerations of the research in order to contribute to the knowledge about the changeson the right to health, which has a tendency to reverse the law only in the liberal perspective
Esta dissertação tem como objetivo identificar como se configura o direito à saúde na legislação sanitária da Argentina e do Uruguai. Parte-se do pressuposto que se verifica uma tendência de retorno aos padrões universalistas de atenção à saúde, após o esgotamento das medidas levadas à efeito durante o período das reformas dos serviços nacionais de saúde, obedecendo aos princípios derivados das ideologias neoliberais. Para a coleta dos dados utilizou-se a pesquisa documental em leis, propostas, relatórios e outros documentos oficiais relacionados à temática abordada. Os achados indicam uma forte tendência ao retorno a padrões mais universalistas, embora ainda vinculados ao trabalho. Um ponto comum observado, nos dois países foi a democratização das decisões sobre a política nacional de saúde, com a inclusão de setores distintos da sociedade civil. Por último, apresento algumas considerações finais da pesquisa com objetivo de contribuir para ampliar o conhecimento sobre as alterações sobre o direito à saúde, o qual apresenta uma tendência de reversão do direito unicamente na perspectiva liberal
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Tonini, Nelsi Salete. ""O planejamento em saúde mental no contexto da reforma psiquiátrica: um estudo dos municípios da região oeste do Paraná"." Universidade de São Paulo, 2005. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-02062006-121608/.

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Abstract:
Trata-se de um estudo qualitativo que teve como objetivo investigar o planejamento das ações de saúde mental no contexto da reforma psiquiátrica, bem como conhecer a compreensão dos gestores municipais de saúde acerca desse processo. Utilizamos como referencial teórico, para embasar este estudo, o Planejamento Estratégico Situacional proposto por Carlos Matus e os pressupostos da Reforma psiquiátrica. O estudo foi desenvolvido em nove municípios da região Oeste do Paraná. A coleta de dados deu-se por meio da análise documental dos Planos Municipais de Saúde e também pela realização da entrevista semi-estruturada com gestores municipais. O trabalho de campo foi realizado no período de julho a dezembro de 2004. Para discutirmos os dados referentes à análise documental utilizamos os momentos do Planejamento Estratégico Situacional e para organização e análise dos dados obtidos nas entrevistas utilizamos como técnica o Discurso do Sujeito Coletivo proposto por Lefèvre & Lefèvre. Construímos quinze Discursos do Sujeito Coletivo com fragmentos dos discursos individuais e nestes foram identificados treze temas geradores de significações. Em relação ao entendimento dos sujeitos sobre a reforma psiquiátrica percebemos que o consenso é de uma sociedade mais justa para estes indivíduos, quando apontam a humanização e a reintegração social como positividade da proposta da reforma. Quanto ao planejamento em saúde mental, percebemos que existem muitas dificuldades no sentido de sua utilização como ferramenta para a constituição e a consolidação de uma rede de atenção aos familiares e indivíduos portadores de transtornos psíquicos. No entanto, resgatamos na fala dos gestores os esforços e iniciativas que revelam um pensar estratégico no interior deste processo.
This paper is about a quantitative study aimed to investigate mental heath action planning in the context of psychiatric reform, as well as, to know the municipal health administrator’s conception on these processes. We made use of the Situational Strategic Planning proposed by Carlos Matus, and those involved with psychiatric reform, to encompass this study. The study took place in nine cities in the Western region of Paraná, Brazil. Data was collected from Health Municipal Plan documental analysis and from semi-structured interviews with municipal committee. Fieldwork was performed from July to December 2004. To confer documental analysis data we utilized Situational Strategic Planning instants, and for the organization and analysis of data obtained in the interviews, we used as a technique the Collective Subject Discourse proposed by Lefévre & Lefévre. We built fifteen Collective Subject Discourse with fragments from individual discourses, and in these, fourteen meaning generation themes were identified. In relation to the understanding of the subjects on psychiatric reform, we noticed that consensus is of a more fair society for these individuals when pointing to social humanization and integration as positiveness of the reform’s proposed. As far as the planning on mental health, we noticed that there are many difficulties in the sense of its utilization as a tool for the constitution and consolidation of a care network to family members and individuals suffering from psychic disturbance. Nevertheless, it was perceived for the board’s speeches initiatives and efforts that reveal a strategic thought in these processes.
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Oliveira, Edineia Figueira dos Anjos. "Gastos da política de saúde mental e os rumos da reforma psiquiátrica." Universidade Federal do Espírito Santo, 2017. http://repositorio.ufes.br/handle/10/8776.

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Abstract:
Made available in DSpace on 2018-08-01T23:38:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_11140_Edineia F. A. Oliveira.pdf: 2156051 bytes, checksum: 28da6d951b4e926f405ddc124f779b9d (MD5) Previous issue date: 2017-06-26
FAPES
O objetivo desta tese é analisar o financiamento federal da saúde mental entre 2001 e 2016, identificando como a direção das linhas dos gastos realizados se configuram como estratégia ora de expansão ora de contenção das premissas da Reforma Psiquiátrica brasileira. Para o alcance dos objetivos, realizamos uma pesquisa de abordagem mista, envolvendo pesquisa documental com base nos planos e relatórios de gestão nacional da saúde elaborados entre 2000 e 2015, e os dados obtidos nos bancos de dados Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, Sistema de Informações Sobre Orçamentos Públicos em Saúde e dados enviados pelo Ministério da Saúde pelo Sistema Eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão entre 2000 e 2016. Quanto aos gastos realizados pelo governo Federal com as ações e serviços de saúde mental no período de 2001 a 2016 construímos uma série histórica com direcionamento dos recursos por ações e serviços. O Ministério da Saúde gastou, ao longo dos últimos 15 anos, em média 2,4% (mediana de 2,35%) do orçamento anual do SUS com a saúde mental. Até 2006, a maior parte dos recursos destinou-se às ações hospitalares e a partir de 2006 em todos os anos os gastos extra-hospitalares foram maiores que os gastos hospitalares. A partir de 2006 os gastos com ações e serviços extra-hospitalares mantiveram tendência crescente até 2010. Entre 2011 e 2014 a tendência foi decrescente com aumento em 2015, ano de maior gasto em ações extra-hospitalares. Entretanto, em 2016 os gastos retomam a tendência, representando o menor gasto destinado às ações extra-hospitalares desde 2008. Observamos que a diminuição dos gastos com ações extra-hospitalares a partir de 2010 esteve relacionada com a diminuição de gastos total com saúde mental. Identificamos que o investimento em ações de reinserção social, essencial à consolidação da lei, bem como, investimentos na criação de dispositivos assistenciais que promovam o processo de reinserção social, têm sido gradativamente reduzido ao longo dos anos. Em todos os anos o gasto com medicamentos consumiu mais de um terço do montante gasto com ações extra-hospitalares e, em alguns anos, ficou acima dos gastos com Centro de Atenção Psicossocial. Concluímos que o direcionamento dos gastos não aponta para consolidação da Reforma Psiquiátrica, pois ora reafirma, com o direcionamento dos gastos para as ações extra-hospitalares, e ora nega seus princípios e os princípios da Lei 10.216/2001, tendo em vista a destinação insuficiente de recursos na implementação da política de saúde mental e em ações de consolidação de serviços substitutivos e a presença de interesses privados que dificultam a constituição de uma rede extra-hospitalar com dispositivos assistenciais que garantam cobertura da assistência aos usuários da saúde mental, como assegurado pela Constituição Federal de 1988.
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OLIVEIRA, E. F. A. "Gastos da Política de Saúde Mental e os rumos da Reforma Psiquiátrica." Universidade Federal do Espírito Santo, 2017. http://repositorio.ufes.br/handle/10/8776.

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Abstract:
Made available in DSpace on 2018-08-01T23:38:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_11140_Edineia F. A. Oliveira.pdf: 2156051 bytes, checksum: 28da6d951b4e926f405ddc124f779b9d (MD5) Previous issue date: 2017-06-26
O objetivo desta tese é analisar o financiamento federal da saúde mental entre 2001 e 2016, identificando como a direção das linhas dos gastos realizados se configuram como estratégia ora de expansão ora de contenção das premissas da Reforma Psiquiátrica brasileira. Para o alcance dos objetivos, realizamos uma pesquisa de abordagem mista, envolvendo pesquisa documental com base nos planos e relatórios de gestão nacional da saúde elaborados entre 2000 e 2015, e os dados obtidos nos bancos de dados Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, Sistema de Informações Sobre Orçamentos Públicos em Saúde e dados enviados pelo Ministério da Saúde pelo Sistema Eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão entre 2000 e 2016. Quanto aos gastos realizados pelo governo Federal com as ações e serviços de saúde mental no período de 2001 a 2016 construímos uma série histórica com direcionamento dos recursos por ações e serviços. O Ministério da Saúde gastou, ao longo dos últimos 15 anos, em média 2,4% (mediana de 2,35%) do orçamento anual do SUS com a saúde mental. Até 2006, a maior parte dos recursos destinou-se às ações hospitalares e a partir de 2006 em todos os anos os gastos extra-hospitalares foram maiores que os gastos hospitalares. A partir de 2006 os gastos com ações e serviços extra-hospitalares mantiveram tendência crescente até 2010. Entre 2011 e 2014 a tendência foi decrescente com aumento em 2015, ano de maior gasto em ações extra-hospitalares. Entretanto, em 2016 os gastos retomam a tendência, representando o menor gasto destinado às ações extra-hospitalares desde 2008. Observamos que a diminuição dos gastos com ações extra-hospitalares a partir de 2010 esteve relacionada com a diminuição de gastos total com saúde mental. Identificamos que o investimento em ações de reinserção social, essencial à consolidação da lei, bem como, investimentos na criação de dispositivos assistenciais que promovam o processo de reinserção social, têm sido gradativamente reduzido ao longo dos anos. Em todos os anos o gasto com medicamentos consumiu mais de um terço do montante gasto com ações extra-hospitalares e, em alguns anos, ficou acima dos gastos com Centro de Atenção Psicossocial. Concluímos que o direcionamento dos gastos não aponta para consolidação da Reforma Psiquiátrica, pois ora reafirma, com o direcionamento dos gastos para as ações extra-hospitalares, e ora nega seus princípios e os princípios da Lei 10.216/2001, tendo em vista a destinação insuficiente de recursos na implementação da política de saúde mental e em ações de consolidação de serviços substitutivos e a presença de interesses privados que dificultam a constituição de uma rede extra-hospitalar com dispositivos assistenciais que garantam cobertura da assistência aos usuários da saúde mental, como assegurado pela Constituição Federal de 1988.
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Sophia, Daniela Carvalho, and Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB). "O Cebes e o movimento da reforma de reforma sanitária: história, política e saúde pública (Rio de Janeiro, 1970-1980)." reponame:Repositório Institucional RUBI, 2012. http://rubi.casaruibarbosa.gov.br/handle/123456789/1742.

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Abstract:
Submitted by Andrea Oliveira (andreacoliveira@hotmail.com) on 2017-03-21T14:38:32Z No. of bitstreams: 1 SOPHIA, Daniela Carvalho_O Cebes e o movimento de reforma sanitária.pdf: 1751759 bytes, checksum: 3ffb7dad65a718be90eab8c47a7be991 (MD5)
Made available in DSpace on 2017-03-21T14:38:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 SOPHIA, Daniela Carvalho_O Cebes e o movimento de reforma sanitária.pdf: 1751759 bytes, checksum: 3ffb7dad65a718be90eab8c47a7be991 (MD5) Previous issue date: 2012
O trabalho analisa a trajetória do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde (Cebes) no período compreendido entre os anos 1976 e 1986. Seus integrantes dedicaram parte do seu tempo a divulgar propostas para a transformação do quadro sanitário nacional, apresentando cenários para a reformulação da política de saúde. Privilegiam-se, nessa tese, os membros do Cebes que pensaram e atuaram nas questões relativas à formulação da Política de Saúde. Esse estudo atém-se à análise da revista Saúde em Debate, periódico do Centro, devido à relevância que teve na área ao longo dos dez anos de publicação, até a consagração do Sistema Único de Saúde (SUS) na 8° Conferência Nacional de Saúde. A revista foi escolhida como fonte e como objeto de estudo, procurando-se compreender seu papel na articulação entre os pesquisadores e a agenda da Saúde Pública brasileira. Um dos enfoques adotados se relaciona à participação dos pesquisadores e da comunidade acadêmica, em sua atividade de divulgação, por meio desse periódico. A pesquisa detém-se em avaliar como desenvolveram esse aspecto de suas atividades e dar a conhecer o público ao qual se dirigiam. Objetivamos apresentar uma visão mais abrangente da Saúde em Debate: o perfil dos articulistas; os temas mais frequentes; os assuntos priorizados; e os autores que mais publicaram na década em questão. Com isso, retendemos mostrar a relevância da publicação no processo que se convencionou denominar como Reforma Sanitária. Mostramos que, mais do que um meio de divulgação, Saúde em Debate se constituiu de fato em um ponto de convergência de múltiplos interesses e meio importante para a formação e conformação do Sistema Único de Saúde.
This study analyzes the trajectory of the Brazilian Center for Health Studies (Centro Brasileiro de Estudos da Saúde, Cebes) between 1976 and 1986. Its members devoted part of their time to communicating proposals for transforming the organization of sanitation in the country, presenting scenarios for the reformulation of its health policy. In this thesis, special attention is given to the members of Cebes who debated and took action on issues relating to the reformulation of the country’s health policy. The study is restricted to the analysis of Saúde em Debate, a periodical published by Cebes, because of the importance it had in the area throughout the ten years until the Unified Health System (Sistema Único de Saúde, SUS) was established at the 8th National Conference on Health. The journal was selected as a source and object of study in a bid to understand its role in articulating the work of researchers and Brazil’s public health agenda. One of the focuses adopted relates to the involvement of the researchers and the academic community in its communication through this periodical. The research focuses on assessing how they developed this aspect of their work and sheds light on the target readership. The aim is to give a broader view of Saúde em Debate: the profile of its contributors, the topics that appeared most often, the subjects that were prioritized, and the authors who published most in the decade in question. By so doing, I aim to demonstrate its importance to the process that has since come to be known as the Sanitation Reform. More than a communication channel, it becomes clear that Saúde em Debate actually constituted a point of convergence between multiple interests, and an important medium for the formation and formulation of SUS.
Le travail analyse la trajectoire du Centre Brésilien d´Études de la Santé des années 1976 aux années 1986. Ses intégrants ont dédié la plupart de leur temps à divulger des propositions de transformations du cadre sannitaire national, présentant diferents scénarios pour la reformulation de la politique de santé. Sont privilégiés dans cette thèse, les membres du Cebes, qui ont pensé et agit concernant les questions relatives à la formulation de la Politique de Santé. Cette étude se fixe dans la Revue Santé en Débat, circulaire du Centre, dû à l´importance qu´elle a eu dans cette discipline durant les dix années de publication, jusqu´à la consacration du Système Unique de Santé à la 8° Conférence Nationale de la Santé. La Revue, choisie comme source et objet d´étude, cherche à comprendre le rôle de l´articulation entre les chercheurs et l´agenda de la Santé Publique brésilienne. Un des aspects retenu se réfère au rôle des chercheurs et de la communauté académique dans leur activité de divulgation, dans ce circulaire, et comment ils ont développé cette aspect de leurs activités et leur public cible. Nous avons l´objectif de présenter une vision plus générale de la Revue, le profil des auteurs, les thèmes les plus fréquents, les sujets priorisés et les auteurs qui ont le plus publié pendant la décennie en question. Nous prétendons démontrer, grâce à cela, l´importance de l´identité dans le processus que l´on nomme par convention Réforme Sannitaire. Nous démontrons que la Santé en Débat, bien plus qu´un moyen de divulgation, se fonde sur un point de convergence de multiples intérêts et qu´elle est un important moyen pour la formation et la configuration du Système Unique de Santé.
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Books on the topic "Reforma da Saúde"

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Gastão Wagner de Sousa Campos. Reforma da reforma: Repensando a saúde. São Paulo: Editora Hucitec, 1992.

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Nogueira, Roberto Passos. Determinação social da saúde e reforma sanitária. Rio de Janeiro, Brazil]: Cebes, Centro Brasileiro de Estudos de Saúde, 2010.

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3

Amador, Olívio Mota. A reforma do sector da saúde: Uma realidade iminente? Coimbra: Almedina, 2010.

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Vasconcelos, Eduardo Mourão. Desafios políticos da reforma psiquiátrica brasileira. São Paulo: Hucitec, 2010.

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Ana Lúcia de Moura Pontes, Felipe Rangel de Souza Machado, and Ricardo Ventura Santos, eds. Políticas antes da política de saúde indígena. Rio de Janeiro, Brazil: Editora FIOCRUZ, 2021.

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6

Faleiros, Vicente de Paula. A construção do SUS: Histórias da reforma sanitária e do processo participativo. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa, 2006.

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7

Aids, Brazil Coordenação Nacional de DST e. Saúde dos trabalhadores rurais de assentamentos e acampamentos da reforma agrária. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Coordenação Nacional de DST e Aids, 2001.

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8

Carvalho, Eurípedes Balsanufo. O financiamento da saúde no Brasil: Um debate sobre a vinculação constitucional de recursos para a saúde, dívida pública e projeto de reforma tributária. São Paulo, SP: Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, 2010.

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Carvalho, Eurípedes Balsanufo. O financiamento da saúde no Brasil: Um debate sobre a vinculação constitucional de recursos para a saúde, dívida pública e projeto de reforma tributária. São Paulo, SP: Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, 2010.

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10

Amélia da Conceiçao Rego da Silva. Reformas no sector da saúde: A equidade em cuidados intensivos. Lisboa: Universidade Católica Editora, 2010.

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Book chapters on the topic "Reforma da Saúde"

1

Desviat, Manuel. "A Reforma de Leganés: do hospital psiquiátrico à área da saúde." In A reforma psiquiátrica, translated by Vera Ribeiro, 115–32. 2nd ed. Editora FIOCRUZ, 2015. http://dx.doi.org/10.7476/9788575415436.0011.

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2

Gerschman, Silvia. "Os Conselhos de Saúde." In A democracia inconclusa: um estudo da reforma sanitária brasileira, 237–48. 2nd ed. Editora FIOCRUZ, 2004. http://dx.doi.org/10.7476/9788575415375.0010.

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3

Barros, Vitória Chaves de Souza Dantas de. "VESTÍGIOS DE ABORDAGENS MANICOMIAIS ARRAIGADAS EM SERVIÇO INSTITUÍDO PELA REFORMA PSIQUIÁTRICA." In Bases Conceituais da Saúde 3, 233–36. Atena Editora, 2019. http://dx.doi.org/10.22533/at.ed.34319150228.

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4

Silva, Thiago Henrique dos Santos. "Entre o consenso e o minotauro da saúde: um balanço da estratégia da Reforma Sanitária Brasileira." In Teoria da Reforma Sanitária: diálogos críticos, 291–336. Editora Fiocruz, 2018. http://dx.doi.org/10.7476/9786557080566.0010.

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5

Fraga, Clementino. "A reforma da saúde pública no Congresso Nacional." In Vida e Obra de Oswaldo Cruz, 59–78. 2nd ed. Editora FIOCRUZ, 2005. http://dx.doi.org/10.7476/9786557080993.0011.

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6

Gerschman, Silvia. "O Movimento Popular em Saúde." In A democracia inconclusa: um estudo da reforma sanitária brasileira, 89–134. 2nd ed. Editora FIOCRUZ, 2004. http://dx.doi.org/10.7476/9788575415375.0006.

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Dias, Rafaela Lins de Oliveira. "O AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE E SEU PAPEL NO TRABALHO INTERDISCIPLINAR DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA." In INOVAÇÃO EM CIÊNCIAS E SAÚDE, 153–66. Inove Primer, 2023. https://doi.org/10.29327/5467279.1-8.

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Abstract:
Com o advento da reforma sanitária e a criação do Sistema Único de Saúde, evidenciou-se a necessidade de adoção de práticas em saúde que abordassem o indivíduo como um único, mas ressaltando que os resultados por ele obtidos são produtos do meio em que ele está inserido. Essa visão, garantiu a minimização da utilização do modelo biomédico de saúde, pois que era meramente curativo e abordava a saúde como um completo bem estar, nos aspectos biológico, psicológico e social. Nesse contexto surge o conceito de Promoção da Saúde, agora mais relacionado a uma séria de ações de prevenção, manutenção e recuperação da saúde individual e coletiva. Para que a Promoção da Saúde aconteça de forma efetiva na Atenção Primária à Saúde é necessário um trabalho interdisciplinar, dentre os quais, o Agente Comunitário de Saúde (ACS), promotor de um relacionamento mais próximo da comunidade, de maneira a tornar as ações de saúde mais efetivas.
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Menezes, Vânia Monteiro de, Andréia de Fátima de Souza Dembiski, Pedro Felipe Furlaneto Nava, Renata Garutti Rossafa, Maria Beatriz Bastos Párraga, Vera Lúcia Blum, and Sirlene Guimarães Ribeiro. "REFORMA PSIQUIÁTRICA, CIDADANIA E BANALIZAÇÃO DA INTERDIÇÃO DE PESSOAS COM TRANSTORNOS MENTAIS." In Ciências da Saúde: Da Teoria à Prática 6, 213–28. Atena Editora, 2019. http://dx.doi.org/10.22533/at.ed.98919130622.

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FONTANA, ERNESTO AUGUSTO JUNIOR, JOSÉ WALTER LIMA PRADO, KECYANI LIMA DOS REIS, MÉRCIA RODRIGUES LACERDA, PERCÍLIA AUGUSTA SANTANA DA SILVA, and SARA LOPES MOURA. "FUNDAMENTAÇÃO HISTÓRICA E FILOSÓFICA DA SAÚDE MENTAL." In Saúde Mental: interfaces, desafios e cuidados em pesquisa - Volume 2, 66–76. Editora Científica Digital, 2023. http://dx.doi.org/10.37885/230713892.

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INTRODUÇÃO: O sofrimento psíquico para a sociedade exibe uma ideia de incapacidade e improdutividade, causando vergonha em familiares e pessoas próximas com relação à condição do sujeito que sofre. No decorrer da história, eles foram denominados loucos, doidos, mentecaptos, insanos, sandeus, desassisados, dementes ou alienados mentais. Tais indivíduos, seus comportamentos eram considerados socialmente incômodos ou excessivamente perigosos, com frequência eram reclusos em cadeias públicas, em cômodos e em enfermarias dos hospitais de caridade. METODOLOGIA: O presente estudo é uma revisão bibliográfica. Para sua elaboração, foi efetuada uma pesquisa na biblioteca virtual em saúde (BVS), nas bases de dados online de busca e análise de literatura médica, as bases escolhidas foram: Medical Literature Analysis and Retrieval System Online – MEDLINE; Literatura Latina Americana em Ciências em Saúde - LILACS. Tais bases de dados foram escolhidas por apresentar mais especificamente o tema abordado. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Com a antiguidade clássica, até a era cristã, a loucura era vista sob alguns enfoques: o de Homero com um enfoque mitológico-religioso; o de Eurípedes com a concepção passional ou psicológica; e o de Hipócrates e Galeno com o as disfunções somáticas.No entanto, apesar dos avanços baseados em leis, não houve a solução imediata da problemática dos manicômios e da Reforma Psiquiátrica dificuldades que permeiam até a atualidade. A problemática da Reforma Psiquiátrica encontra-se além das legislações, está nas concepções e representações sociais. pois trata-se de ressignificações, de novas subjetividades e transformações sociais no que se diz respeito à loucura. CONCLUSÃO: Apesar da mudança de concepção de saúde mental e redução do número de instituições manicomiais no nosso país, os CAPS/NAPS tiveram um surgimento tardio e sem investimento financeiro que atendesse às suas reais necessidades conforme previsto em lei, diretrizes e normas. Desse modo, o atendimento posto em prática a partir da Reforma Psiquiátrica ainda apresenta limites, não solucionando o tratamento concreto para os ditos loucos pela sociedade.
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HOEPERS, A. D. "SAÚDE MENTAL INTERSECCIONAL." In Assistência integral à saúde: desafios e vulnerabilidades da assistência, 334–47. Editora Científica Digital, 2023. http://dx.doi.org/10.37885/230814120.

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Objetivo: Tecer reflexões e problematizações, a partir de revisão integrativa de produções que discutem a construção histórica da reforma psiquiátrica e das políticas de atenção psicossocial em saúde mental, no intento de inserir contribuições a partir de uma sensibilidade interseccional. Métodos: Trata-se de uma pesquisa teórico-reflexiva crítica, de natureza qualitativa. Os diálogos propostos entre autoras e autores quanto aos aspectos sociais e históricos que integram a construção das políticas de saúde mental, associados às problematizações propostas por esta autora na intenção de interrogar os conhecimentos existentes por meio de um enfoque interseccional, integram o cenário da pesquisa. Resultados: A partir do campo dialógico construído, evidencia-se que desmascarar e enfrentar as estruturas opressivas interseccionadas é desafio urgente e emergente à Psicologia em articulação com outras áreas. Cabe às/aos profissionais, em articulação com movimentos sociais, usuárias/os e suas famílias, forjarem ações e encontros que questionem a realidade instituída e promovam transformação social. Conclusão: As discussões produzidas revelam a relevância da inserção do olhar interseccional nos debates e nas práticas em saúde mental rumo a um cuidado ético-político.
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Conference papers on the topic "Reforma da Saúde"

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Martins, Jéssica Barros, Louise Chiarello Amaro, Marcelo Fabiano Costella, and Elvira Maria Vieira Lantelme. "Gestão da saúde e segurança do trabalho na indústria da construção." In XX ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 1–11. UFAL, 2024. http://dx.doi.org/10.46421/entac.v20i1.6046.

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Abstract:
Na indústria da construção, projetos complexos impactam a segurança dos trabalhadores, exigindo monitoramento eficaz dessa complexidade. Nesse sentido, o objetivo deste estudo é analisar os atributos de complexidade em uma obra de reforma e ampliação de um hospital, relacionando-os à gestão da segurança do trabalho. A estratégia de pesquisa adotada foi o estudo de caso, com observações diretas, análise de documentos e entrevista semiestruturada. Os resultados revelaram a presença de atributos de complexidade que impactam diretamente na gestão da segurança: uma grande quantidade e diversidade de elementos, interações dinâmicas e variabilidades inesperadas. Embora não tenham sido identificadas características do atributo resiliência, a falta de planos de contingência e relatórios de investigação de incidentes e acidentes sugerem uma falha na capacidade do sistema de antecipar e lidar proativamente com ameaças e oportunidades. Este estudo contribui para uma melhor compreensão da relação entre complexidade e gestão da segurança do trabalho na construção civil, destacando a necessidade de estratégias de gestão mais eficazes para promover um ambiente laboral seguro e resiliente
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Souza, Lucas Macedo Manhães de, and Glaucia Maria de Araújo Ribeiro. "POLÍTICAS PÚBLICAS BASEADAS EM EVIDÊNCIAS NA ÁREA DA SAÚDE MENTAL: COMUNIDADES TERAPÊUTICAS NO BRASIL." In Anais do II Congresso Nacional Multidisciplinar em Saúde, 236–39. Recife, Brasil: Even3, 2024. https://doi.org/10.29327/1467441.2-2.

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Abstract:
No Brasil, a saúde é assegurada como direito de todos e dever do Estado, na medida em que a saúde pública demanda cada vez mais estudos em torno da saúde mental e políticas públicas baseadas em evidências voltadas a esta área. Nesse sentido, o presente estudo buscou analisar políticas públicas baseadas em evidências na área da saúde mental, especificando a dimensão das comunidades terapêuticas no Brasil e as possibilidades a ela abertas no ordenamento jurídico nacional. O método utilizado foi revisão bibliográfica de literatura, com estudo de artigos, teses, relatórios, sites oficiais, documentos e a própria lei. Destarte, as políticas públicas no Brasil se dão como resultado de um longo processo histórico, sendo condizentes aos respectivos períodos históricos que atravessaram, enquanto são estritamente influenciadas e também podem influenciar os aspectos socioculturais da sociedade. As comunidades terapêuticas simples são regidas, do ponto de vista sanitário, pela RDC 29/2011, enquanto as médicas, pelas Resoluções CFM no 2.056/13. Somente as comunidades terapêuticas médicas podem proporcionar serviços estritamente ligados à saúde, podendo eventualmente as comunidades terapêuticas simples realizar atendimentos médicos. A dissociação das comunidades terapêuticas das diretrizes da Reforma Psiquiátrica tem assumido importante tônica, e deve ser observada na condução dessa modalidade terapêutica como política pública de saúde.
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Neta, Amanda Nunes de Cerqueira Souza, and Elisângela Mascarenhas da Silva. "PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS ÓBITOS DE MULHERES POR NEOPLASIA MALIGNA DE OVÁRIO NO BRASIL, DE 2018 A 2022." In Anais do I Congresso Regional de Saúde Materno Infantil, 65–66. Recife, Brasil: Even3, 2024. http://dx.doi.org/10.29327/1439003.1-1.

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Abstract:
Introdução: A neoplasia maligna de ovário ocupou oitavo lugar no ranking nacional de mortalidade no Brasil em 2023. É considerada a segunda neoplasia ginecológica mais comum no país, com predominância na pós-menopausa. Caracterizada por ser uma patologia multifatorial, apresenta como principal fator de risco antecedentes familiares de primeiro grau de câncer de ovário e mama, além disso, a idade média de 63 anos, menarca precoce, menopausa tardia, mutação genética dos genes BRCA1 e BRCA2, Síndrome de Lynch, nuliparidade e endometriose. Estudos demonstram que fatores diretamente relacionados à anovulação (gravidez, amamentação, laqueadura tubária, uso de anticoncepcionais orais, salpingo- ooforectomia bilateral) conferem proteção à mulher. A neoplasia ovariana pode ser classificada em epiteliais, germinativas ou do estroma dos cordões sexuais, destes, 90% dos casos de malignidade são de origem epitelial. Quando diagnosticado tardiamente, apresenta-se em estágios avançados, diminuindo as possibilidades de tratamentos e, consequentemente, a taxa de sobrevida das pacientes. Segundo o Ministério da Saúde, o número estimado de novos casos de câncer de ovário no Brasil, para cada ano do triênio de 2023 a 2025, é de 7.310 casos, correspondendo a um risco estimado de 6,62 casos novos a cada 100 mil mulheres. A prevenção se torna um desafio para Saúde Pública, devido à dificuldade diagnóstica e o método de investigação por meio de exames clínicos, laboratoriais e radiológicos para detecção precoce, aumentando assim, a taxa de mortalidade. Objetivo: Caracterizar o perfil epidemiológico dos óbitos em mulheres por neoplasia maligna de ovário no Brasil no período de 2018 a 2022. Materiais e métodos: Trata-se de estudo do tipo ecológico, de abordagem descritiva, retrospectivo, o qual utilizou dados secundários extraídos do Sistema de Informação de Mortalidade (SIH) na base de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil. As variáveis estudadas foram agrupadas por número de óbitos disponíveis no SIH, cuja alimentação se dá através das declarações de óbito (DO) e agregadas por região, faixa etária, cor/raça, estado civil, escolaridade e local de ocorrência do óbito. Foram excluídos todos os dados ignorados, em branco e que não se aplicaram. A análise de dados se deu por frequência simples e porcentagem através do Programa Microsoft Excel. Resultados e discussão: No período observado, ocorreram 20.280 óbitos em mulheres registrados no Brasil. O maior número de óbitos deu-se na região Sudeste (9.731), correspondendo a 47,98%, seguido da região Nordeste com 4.635 (22,86%). A faixa etária predominante foi de mulheres entre 60 a 69 anos com 26,84% dos registros. No que se refere à cor/raça, as maiores predominâncias foram em mulheres brancas, com um total de 59,38%, seguida de 32,70% em pardas e em menores ocorrências as negras, amarelas e indígenas com 7,11%, 0,61% e 0,20%, respectivamente. Em relação ao estado civil, observou maior ocorrência nas mulheres casadas com 35,48%. Os níveis de escolaridade são avaliados na DO por meio de anos de estudo concluídos. Deste modo, verificou-se que a maior parte dos óbitos (28,29%) ocorreu em indivíduos que tinham de 8 a 11 anos de estudo. O local do óbito de maior frequência foi em hospital com 82,74% das ocorrências. O número de óbitos registrados apresentou crescimento durante o período analisado, com o maior número de casos no último ano de registro, em 2022, com 20,78% a mais de óbitos que no ano anterior, em 2021. No estudo realizado no Brasil entre 1980 e 2014, verificou-se que as regiões de maior ocorrência de óbitos por câncer do ovário foram Sul e Sudeste, divergindo com os dados atuais encontrados nesse estudo. Contudo, no estudo realizado na América Latina no período de 1990 a 2012 observou-se que as maiores taxas de incidência para o câncer de ovário foram observadas em Cali (Colômbia) e Goiânia (Brasil) na faixa etária acima de 60 anos. Entre as faixas etárias estudadas, a menor taxa de incidência foi apontada nas mulheres mais jovens, de 0 a 39 anos, e as maiores taxas para as maiores de 60 anos, corroborando com achados desse estudo. Considerações finais: Os achados epidemiológicos reforçam outros estudos e chamam atenção das regiões Sudeste e Nordeste, que apresentam um elevado índice de mortalidade por essa neoplasia, afetando principalmente mulheres brancas e pardas na faixa etária entre 60 e 69 anos. Por se tratar de uma doença silenciosa, observa-se um aumento progressivo da mortalidade, principalmente a partir da sexta década de vida. É necessário fortalecer o cuidado na atenção primária para as doenças que ocorrem durante o período pós menopausa, mediante um atendimento integral e multidisciplinar que contribuam de forma eficaz para prevenção, identificação e conduta assertiva, resultando assim, em sobrevida. Outrossim, reforça-se a importância da educação em saúde acerca do câncer de ovário, bem como realizar medidas preventivas e de diagnóstico precoce, a fim de melhorar a qualidade de vida, minimizar os efeitos agravantes da doença e garantir bons prognósticos para as pacientes.
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Silva, Elizamar Bezerra da, Fernando Alves da Silva, Gisleine Oliveira Almeida, Juliana Ferreira da Silva, Katia Simone Gomes, Larissa Pereira dos Santos Silva, Selma Mendes Domingues, and Luiz Faustino dos Santos Maia. "História psiquiátrica: da reforma aos dias atuais." In Seminário de Produção Científica em Ciências da Saúde. Revista Remecs, 2018. http://dx.doi.org/10.24281/rremecs.2018.11.14.spccsaude1.5.

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Soares, Natan Aparecido da Silva, and Silvio Yasui. "MNEMOSINE: HISTÓRIA DA REFORMA PSIQUIÁTRICA E DA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL NO BRASIL." In I Congresso Brasileiro de Saúde Pública On-line: Uma abordagem Multiprofissional. Revista Multidisciplinar em Saúde, 2021. http://dx.doi.org/10.51161/rems/3038.

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Introdução: Nas últimas décadas, a assistência em saúde mental sofrera deslocamento no que se refere a atenção e ao cuidado passando do hospital psiquiátrico ao serviços comunitários de saúde mental, contando com a participação de trabalhadores e gestores da saúde mental, posteriormente agregando usuários e familiares, promovendo eventos acadêmicos/artísticos/sociais, documentários, serviços, redes, legislações desembocando em um movimento de luta e contestação do estigma social daquele que padece de algum sofrimento psíquico que ficou conhecido como Reforma Psiquiátrica Objetivos: Realizar uma revisão da literatura existente em diferentes bases de dados sobre a temática em questão publicados entre 1979 e 2019, identificando os principais acontecimentos, eventos, legislações e organizá-los em uma linha do tempo visando o registro histórico do movimento. Material e métodos: Foi realizada uma busca no Google Acadêmico para se conhecer o universo de trabalho disponível. Constatado o universo disponível, optou-se por trabalhar com literatura indexada sendo elencadas as bases de dados: SciElo, Pepsic e BVS, e os descritores com base no DeCS da BVS e na necessidade de abranger a diversidade de áreas que a temática é atravessada (combinação do termo história com 38 descritores). Como critérios de seleção foram adotados: trabalho publicado entre 1979 e 2019, estar completo, estar em português, não se voltar à temas específicos ou não ser voltado a história do movimento. Foram encontrados 42 trabalhos para comporem a pesquisa. Resultados: Os resultados aqui apresentados são parciais. A Reforma Psiquiátrica Brasileira se constitui a partir do Movimento de Trabalhadores de Saúde Mental (MTSM), gerando mobilizações, e posteriormente, congregando usuários, familiares, setores civis e políticos. É atravessada por avanços, retrocessos e interferências. Conclusão: A Reforma Psiquiátrica marca a saúde mental no Brasil, florescendo na luta contra a estigmatização dos que padecem de sofrimento psíquico, se articulando por meio de vários setores sociais, concretizada no social e na política, mas não finalizada, e como tal carece de novas rearticulações visando abarcar complexidades de seu campo, assim sendo, denota-se a necessidade do registro histórico de tal movimento, demarcando seu campo igual político.
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Agrizzi, Luciano Moresco, and Tassia M. M. Agrizzi. "O impacto da reforma trabalhista na saúde dos trabalhadores do setor de saúde." In 17º Congresso da Associação Nacional de Medicina do Trabalho. 17 - Supl.1, 2019. http://dx.doi.org/10.5327/z16794435201917s1tl002.

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Santos, Francisca Elane Dos, Maria Devany Pereira, Ana Claudia Costa de Sampaio, Maira Crissiane De Lima Costa, and Camila Carla De Sousa Bezerra. "A REFORMA PSIQUIÁTRICA NÃO FINDOU: POTENCIALIDADES DA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL NO CUIDADO INTERPROFISSIONAL EM SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA." In 13º Encontro Nacional de Residências em Saúde. Recife, Brasil: Even3, 2024. http://dx.doi.org/10.29327/1383752.739211.

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Abstract:
INTRODUÇÃO: O cuidado em saúde mental passou por imprescindíveis transformações no Brasil a partir dos anos 70, com o movimento de Reforma Psiquiátrica. Esse movimento corresponde a um conjunto de tra
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Aguiar Mota, Cristiane, Luana de Souza Silva, Priscila de Souza, Raiana Bernardino Ribeiro, and Luiz Faustino dos Santos Maia. "A reforma psiquiátrica e os cuidados de enfermagem na saúde mental." In Seminário de Produção Científica em Ciências da Saúde. Revista Remecs, 2018. http://dx.doi.org/10.24281/rremecs.2018.11.14.ciensaude1.4.

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Mota, Cristiane Aguiar, Luana de Souza Silva, Priscila de Souza, Raiana Bernardino Ribeiro, and Luiz Faustino dos Santos Maia. "A reforma psiquiátrica e os cuidados de enfermagem na saúde mental." In Seminário de Produção Científica em Ciências da Saúde. Revista Remecs, 2018. http://dx.doi.org/10.24281/rremecs.2018.11.14.spccsaude1.4.

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Costa, Luís Henrique da Silva. "A SAÚDE MENTAL E SUAS VÁRIAS NARRATIVAS DENTRO DA REFORMA PSIQUIÁTRICA." In III Congresso Norte-Nordeste de Saúde Pública (Online). Editora Omnis Scientia, 2022. http://dx.doi.org/10.47094/iiicnnesp.2022/85.

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Reports on the topic "Reforma da Saúde"

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Capela dos Santos, Denise. A política de reforço da resposta dos cuidados de saúde primários em Portugal: psicologia, oftalmologia, obstetrícia, pediatria e medicina física e de reabilitação. Universidade Autónoma de Lisboa, 2016. http://dx.doi.org/10.26619/ual-cee/wp042016.

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Wilkinson, Annie. Banco de perguntas sobre o mpox: Perguntas qualitativas para recolha de dados a nível comunitário. Institute of Development Studies, October 2024. http://dx.doi.org/10.19088/sshap.2024.045.

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Abstract:
O banco de perguntas sobre o mpox é um conjunto de perguntas qualitativas sobre a transmissão e a resposta ao mpox. Procura facilitar a recolha de dados sobre as capacidades, os comportamentos, as práticas e as perceções dos indivíduos e das comunidades em relação à prevenção e gestão do vírus mpox. O banco de perguntas pode ser utilizado por equipas no terreno e/ou equipas de investigação locais que trabalhem em comunidades com transmissão de mpox e aquelas em risco de transmissão. Este banco de perguntas foi desenvolvido pela SSHAP em colaboração com o Collective Service. Faz parte de um conjunto de bancos de perguntas solicitado pelo Collective Service para apoiar a recolha e utilização de dados sociais e comportamentais consistentes e de elevada qualidade. Baseia-se nos que foram desenvolvidos anteriormente para a cólera, a COVID-19 e a Zika. O repositório de recursos mpox do Collective Service pode ser acedido em www.rcce-collective.net/resources/thematic-kits/mpox/. A recolha e utilização de dados sobre a dinâmica social, comportamental e comunitária em relação à prevenção e gestão do mpox é fundamental para: 1. Compreender sobre as habilidades, as capacidades e os comportamentos das pessoas em relação à prevenção e/ou redução dos riscos de infeção por mpox. 2. Apoiar a tomada de decisões sobre estratégias de comunicação e engajamento que abordem as necessidades e prioridades das pessoas num contexto dinâmico. 3. Fornecer dados que os decisores possam utilizar para adaptar as estratégias e atividades de resposta e preparação para o mpox. 4. Apoiar os promotores de saúde pública e os trabalhadores comunitários no engajamento com as populações locais para reforçar as ações lideradas pela comunidade. 5. Reforçar os conhecimentos dos promotores de saúde pública e dos trabalhadores comunitários e apoiá-los na comunicação clara sobre a prevenção e o controlo do mpox. 6. Informar a conceção e a adaptação dos conteúdos/mensagens de informação partilhados e debatidos com a população local. Este recurso destina-se a apoiar a investigação operacional das ciências sociais como parte das atividades de preparação e resposta ao mpox levadas a cabo por: · Cientistas sociais e agentes operacionais que concebem e implementam a investigação operacional em ciências sociais. Trabalhadores no nível comunitário: agentes comunitários de organizações não governamentais locais e internacionais que atuam na implementação local, profissionais da autoridade nacional de saúde pública local e trabalhadores do Ministério da Saúde.
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Inteligência DWRI X Múltiplas Inteligências DWRI X Multiple Intelligences. CPAH REDAÇÃO, February 2023. http://dx.doi.org/10.56238/cpahciencia-002.

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Abstract:
Nova versão de estudo sobre a inteligência DWRI reforça conceito e o diferencia de Múltiplas Inteligências Desde quando foi publicado, o primeiro estudo que trouxe à luz o conceito de um novo tipo de inteligência, a DWRI, causou muito debate, o que é comum com uma nova ideia tão importante quanto essa. Uma das principais questões era a diferenciação entre a DWRI e as Múltiplas Inteligências, e esse é justamente um dos principais pontos dessa nova versão do estudo original chamada “Inteligência DWRI”, publicado pela “Recisatec - Revista Científica Saúde e Tecnologia”. Ao contrário de Múltiplas Inteligências (MI) que são desenvolvimentos em várias áreas do conhecimento, a inteligência DWRI, além dessa característica, também é um tipo de inteligência precursora, responsável por gerenciar as demais. A inteligência DWRI só é percebida em menos de 1% da população mundial e quem a possui, normalmente tem mais de 90 de percentil de QI nos testes tradicionais, mas apesar disso, somente esses testes não são capazes de determiná-la, sendo necessário testes mais profundos e detalhados. Ela não possui uma ótica separatista do conceito de Múltiplas Inteligências, todas as suas partes são interconectadas para formar um todo, ela possui um padrão comportamental específico, como ressalto no artigo “Para ser considerado DWRI, o indivíduo precisa ter um alto QI e todas as regiões relacionadas com a inteligência bem desenvolvidas”. Além disso, o novo estudo possui novos dados, depoimentos, análise observacional, questionário de pessoas de alto QI e etc., que reforçam o conceito da DWRI.
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